quarta-feira, 23 de junho de 2010
ACABOUUUU.. a 1ª fase
Epa, eu sei que ainda tenho muita coisa pela frente.. Mas isto de a 1ª fase já ter acabado.. Que alívio, umas fériazinhas e mais tempo para estudar sem ser à pressão, e fazer as coisas que mais gosto..
terça-feira, 22 de junho de 2010
when i get older, i will be stronger #
When I get older, I will be stronger
They’ll call me freedom, just like a Waving Flag
And then it goes back, and then it goes back,
And then it goes back
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Uma homenagem ao nosso Nobel da Literatura
"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é so um dia mais."
José Saramago
[16 Novembro 1922 - 18 Junho 2010]
Lição de moral
11h30
Entrei no autocarro para São João. Tinha de sair de casa para estudar, já que em casa parece totalmente impossível. Às tantas, quando chego à Alapraia, entra uma senhora que se senta ao meu lado e começa a meter conversa comigo. Pensei que fosse apenas mais uma conversa de fazer passar o tempo, nunca me passaria pela cabeça que àquela hora recebesse uma lição de humanidade.
Senhora: Estes motoristas, quase que matam as pessoas à velocidade que arrancam... Uma pessoa vai sentar-se e o homem é bruto a arrancar... Há os serial killers, e há os bus killers.
Ri-me, achei engraçado como uma senhora assim mais de idade se lembrava de dizer aquilo. Eu ia distraída, a pensar na minha vida, nas minhas relações, a olhar pela janela com o telemóvel na mão, quando a senhora me interrompe os pensamentos outra vez.
Senhora: Você é daquelas pessoas que olha sem ver, ou das que vê quando olha?
Margarida: Como assim?
(aí já sabia que a conversa ia ser interessante)
S: Já reparou que, neste autocarro, está um homem sem mão?
M: A sério? ( e comecei a olhar ) Não tinha reparado...
S: Muitas vezes, as coisas passam-nos despercebidas. As pessoas olham para tudo, mas, na verdade, não vêem nada.
M: Isso é bem verdade.
S: Temos tendência para deixar escapar os pormenores, como se não interessassem. A verdade é que às vezes são os que dizem mais. Devíamos todos ser mais atentos. Vocês jovens que se dão muito aos computadores e a essas coisas de informática.. Deviam fazer, como é que se diz?, um scanning. Chegam a um sítio, olham para tudo e vêem uma vez e depois voltam para trás e vêem só o mais interessante.
Depois a conversa foi um bocado mais passa-tempo, no entanto sempre agradável, até que a senhora ficou calada durante um tempo e quase que deu um saltinho, como quem acaba de ter uma ideia, e diz-me:
Propunha uma modificação na gramática.
M: Qual?
S: Uma alteração nas pessoas dos verbos. A primeira pessoa devia ser Ele, a segunda pessoa Tu e só depois, na terceira pessoa, é que devia ser Eu. Deviam ser os outros antes de nós... Mas não, é sempre eu, eu, eu em primeiro. Por isso é que a gente não se entende.
Dito isto, cheguei à minha paragem.
S: Espero que tenha gostado desta lição de humanidade
M: Gostei muito, mesmo. Obrigada e tenha um bom dia.
Entrei no autocarro para São João. Tinha de sair de casa para estudar, já que em casa parece totalmente impossível. Às tantas, quando chego à Alapraia, entra uma senhora que se senta ao meu lado e começa a meter conversa comigo. Pensei que fosse apenas mais uma conversa de fazer passar o tempo, nunca me passaria pela cabeça que àquela hora recebesse uma lição de humanidade.
Senhora: Estes motoristas, quase que matam as pessoas à velocidade que arrancam... Uma pessoa vai sentar-se e o homem é bruto a arrancar... Há os serial killers, e há os bus killers.
Ri-me, achei engraçado como uma senhora assim mais de idade se lembrava de dizer aquilo. Eu ia distraída, a pensar na minha vida, nas minhas relações, a olhar pela janela com o telemóvel na mão, quando a senhora me interrompe os pensamentos outra vez.
Senhora: Você é daquelas pessoas que olha sem ver, ou das que vê quando olha?
Margarida: Como assim?
(aí já sabia que a conversa ia ser interessante)
S: Já reparou que, neste autocarro, está um homem sem mão?
M: A sério? ( e comecei a olhar ) Não tinha reparado...
S: Muitas vezes, as coisas passam-nos despercebidas. As pessoas olham para tudo, mas, na verdade, não vêem nada.
M: Isso é bem verdade.
S: Temos tendência para deixar escapar os pormenores, como se não interessassem. A verdade é que às vezes são os que dizem mais. Devíamos todos ser mais atentos. Vocês jovens que se dão muito aos computadores e a essas coisas de informática.. Deviam fazer, como é que se diz?, um scanning. Chegam a um sítio, olham para tudo e vêem uma vez e depois voltam para trás e vêem só o mais interessante.
Depois a conversa foi um bocado mais passa-tempo, no entanto sempre agradável, até que a senhora ficou calada durante um tempo e quase que deu um saltinho, como quem acaba de ter uma ideia, e diz-me:
Propunha uma modificação na gramática.
M: Qual?
S: Uma alteração nas pessoas dos verbos. A primeira pessoa devia ser Ele, a segunda pessoa Tu e só depois, na terceira pessoa, é que devia ser Eu. Deviam ser os outros antes de nós... Mas não, é sempre eu, eu, eu em primeiro. Por isso é que a gente não se entende.
Dito isto, cheguei à minha paragem.
S: Espero que tenha gostado desta lição de humanidade
M: Gostei muito, mesmo. Obrigada e tenha um bom dia.
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Pérolas de Sabedoria
quinta-feira, 17 de junho de 2010
pensamentos soltos de uma realidade concreta
Às vezes esqueço-me de dar importância às coisas. Dou-a aos pequenos pormenores e parece que ignoro o básico. Aquilo que mais surge no pensamento, que é mais visível, maior. Esqueço-me disso. Ainda não percebi que deixaste uma marca irreversível... Ou se calhar percebi, e não lhe dei importância. Diz-se por aí que são grandes passos, para mim parece que foi apenas mais um passo. Demasiado natural para se lhe dar tamanha importância. Mais a dou aos pormenores em que ninguém repara, que nem tu reparas. O mais discreto é o que mais me chama a atenção. As pequenas coisas. Isto porque se o Mundo é marcado de grandes feitos, só anda para a frente com os nossos quase insignificantes passos de formiga de cada dia. O "pula e avança" é mera ilusão.
Não podemos ser apaixonados só de vez em quando, apenas nos dias importantes... Isso não é nada mais que pura hipocrisia. É necessário abraçar o nosso caminho e correr pela vida, sempre em frente, tropeces as vezes que tropeçares, caias quantas vezes caíres. Joelho esfolado? Faz parte, não pares! Não há mal que não se resolva, é tudo uma questão de confiança. Se ficares com uma cicatriz, feia ou discreta, encara-a como uma lição. Que todas as vezes que foste de cara ao chão, e choraste, apenas te fizeram mais forte. Porquê? Porque foste capaz de te levantar e continuar a correr. Porque se é para dar, é para dar tudo de nós. Mesmo que isso seja apenas mais um passo da corrida, e que esse passo te faça comer areia outra vez...
Não podemos ser apaixonados só de vez em quando, apenas nos dias importantes... Isso não é nada mais que pura hipocrisia. É necessário abraçar o nosso caminho e correr pela vida, sempre em frente, tropeces as vezes que tropeçares, caias quantas vezes caíres. Joelho esfolado? Faz parte, não pares! Não há mal que não se resolva, é tudo uma questão de confiança. Se ficares com uma cicatriz, feia ou discreta, encara-a como uma lição. Que todas as vezes que foste de cara ao chão, e choraste, apenas te fizeram mais forte. Porquê? Porque foste capaz de te levantar e continuar a correr. Porque se é para dar, é para dar tudo de nós. Mesmo que isso seja apenas mais um passo da corrida, e que esse passo te faça comer areia outra vez...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Deolinda *.* 26 de Agosto - ESTOU LÁ!
Anda, desliga o cabo,
que liga a vida, a esse jogo,
joga comigo, um jogo novo,
com duas vidas, um contra o outro.
Já não basta,
esta luta contra o tempo,
este tempo que perdemos,
a tentar vencer alguém.
Ao fim ao cabo,
o que é dado como um ganho,
vai-se a ver desperdiçamos,
sem nada dar a ninguém.
Anda, faz uma pausa,
encosta o carro, sai da corrida,
larga essa guerra, que a tua meta
está deste lado da tua vida.
Muda de nível, sai do estado invisível,
põe o modo compatível com a minha condição,
que a tua vida é real e repetida,
dá-te mais que o impossível, se me deres a tua mão.
Sai de casa e vem comigo para a rua,
vem, q'essa vida que tens,
por mais vidas que tu ganhes,
é a tua que mais perde se não vens.
Anda, mostra o que vales,
tu nesse jogo vales tão pouco,
troca de vício por outro novo,
que o desafio é corpo a corpo.
Escolhe a arma, a estratégia que não falhe,
o lado forte da batalha, põe no máximo o poder.
Dou-te a vantagem, tu com tudo, eu sem nada,
que mesmo assim, desarmada, vou-te ensinar a perder.
right kind of wrong
Know all about your reputation
and now it's bound to be a heartbreak situation.
But I can't help it if I'm helpless
every time that I'm where you are.
Loving you that isn't really something I should do,
I shouldn't wanna spend my time with you.
Well I should try to be strong, I should try to be strong,
but baby you're the right kind of wrong
my right kind of wrong #
sábado, 12 de junho de 2010
state of mind - 12
That silly little moment when you sit and stare at a rainbow
asking yourself if you are really happy
Medo
Henry Miller
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Pérolas de Sabedoria
domingo, 6 de junho de 2010
karma, what goes around comes around [p]
"From the bottom of my heart, i just want you to be happy,
you're happy, i'm happy.. ok? [..]
É que agora estás bem, mereces estar bem,
não quero nem vou estragar isso..."
you're happy, i'm happy.. ok? [..]
É que agora estás bem, mereces estar bem,
não quero nem vou estragar isso..."
"Porque haverias de estragar?"
"Nada, já falei demais.."
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Ninguém sente medo do desconhecido, porque qualquer pessoa é capaz de conquistar tudo o que quer e necessita. Só sentimos medo de perder aquilo que temos, sejam as nossas vidas ou as nossas plantações. Mas este medo passa quando entendemos que a nossa história e a história do Mundo foram escritas pela mesma mão.
O Alquimista, Paulo Coelho
O Alquimista, Paulo Coelho
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Pérolas de Sabedoria
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Morre lentamente
Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
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Pérolas de Sabedoria
domingo, 9 de maio de 2010
brothers & sisters quote
"didn't know you were so old-fashioned.."
"i'm not saying that it's wrong, i'm just not that type of woman..
i'm not selfish or jealous, i just want to feel that
i am enough for a man"
sábado, 8 de maio de 2010
Uncertainty is caused by a lack of knowledge.
Hesitation is the product of fear.
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Pérolas de Sabedoria
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