sexta-feira, 30 de setembro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

eles existem e são amigos!


eu sempre achei que a dupla timon e pumba tinha de ter sido inspirada em algum lado eheh! esta, para mim, é a fotografia do ano!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

happiness.

sticks and stones can break your bones, but words can break hearts - a song about prejudice.



isto merece ser ouvido, com atenção à letra, até ao fim!
'only a ginger can call another ginger ginger'

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

das festas de são simão.

um mês e pouco depois das ditas, venho falar das festas às quais vou since 1993. talvez seja daí que vem o meu lado pimba. um dos meus melhores anos lá foi, sem dúvida, o de 2009. e agora este de 2011 também foi muito, muito bom, tirando alguns maus bocados. é óptimo sentir que há ali amizades que são realmente desde que nascemos e que, por menos que nos vejamos durante o ano, durante pelo menos 4 dias lá andamos a passear e a dançar.


é o espírito de aldeia, o trabalho de equipa para prolongar a tradição das festas e até as intrigas e coscuvilhices que dão uma certa piada à coisa.


o pimba é algo sempre presente e há músicas que chamam toda a gente para o estrado. não é preciso muito para a jéssica me convencer a meter-me no meio daquela gente toda e ser pisada por todos e mais alguns. há algo em mim que vibra com estas festinhas e que, por pior que esteja, me consegue sempre animar.



fora das noites de pimba, durante o dia há várias actividades. procissão, jogos tradicionais, o tradicional jogo de futebol solteiros x casados, e até mesmo apagar fogos! sim, porque mesmo com fogos, ainda há tempo e disposição para festa! =P


na última noite, após a entrega dos prémios (sim, há taças amigos!) nomeam-se os festeiros do ano seguinte. estão a ver aquela coisa de braços cruzados, calças de ganga e t-shirt quase branca? pois é. mas não, apenas fui representar a minha mãe que vai ser festeira (= trabalho que a filha também terá que ter). para o próximo ano terei dois primos e uma mãe na organização. maravilha!


a única fotografia que tenho com vocês!

e por fim, uma fotografia de grupo com meninas desde que nasci. principalmente a jéssica e a raquel que conheço desde que me lembro. a andreia conheci este ano e adorei. e as outras meninas também são todas fantásticas. no fundo, somos todas primas eheh.

e pronto, foi isto.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

dá-se gatinha com dois meses.


a dono que a trate bem e lhe dê muito amor :)

(literalmente) conversa de merda.


Isto, o mundo é pequeno como a merda. A verdade concreta é que ele é grande e não tem forma de merda, mas as ironias que vamos encontrando ao longo da vida reduzem-no a um grande monte de dejectos. Seja por haver locais no planeta terra impossíveis de se aguentar mais de trinta segundos devido ao mau cheiro (aka Pequim = ar puro, cadê ele?), seja por descobrirmos que pessoas que achávamos ter dois dedos de testa são apenas cocós embrulhados em papel com motivos natalícios. Como dizia um grande amigo meu, 'essas pessoas são um cocó, e por mais que ponham um lacinho cor-de-rosa à volta, vão sempre ser um grande cocó... e mal-cheiroso!'. Não podia estar mais de acordo. 

A minha mãe diz que há uma superstição que consta no seguinte: pisar cocó é sinal que vem dinheiro. Não sei de onde, a não ser que o cagão tenha engolido umas moedas. 

Mas levando a coisa para um processo mais figurativo e de reflexão, podemos arranjar umas metáforas para a vida jeitosas. Pisar um cocó. O que é isto? É um grande azar, como o são pessoas que não interessam nem ao menino Jesus meterem-se à nossa frente e na nossa vida, directa ou indirectamente. Pessoal cuja feiura vem de dentro. Um cocó não tem escrúpulos e, como tal, não hesita em meter-se à nossa frente, atrapalhando o nosso caminho ou sujando os nossos sapatos. Sujar sapatos? Isso quer dizer que pisaste o cocó, certo? Sim, é. É como aquelas vezes em que uma pessoa põe-nos fora de nós e nos leva a fazer coisas, por ódio ou desespero, que jamais faríamos caso estivéssemos em paz e sossego. Aquelas pessoas que nos levam ao limite fazem-nos sujar o sapato, isto é, têm a capacidade de fazer com que tenhamos atitudes menos bonitas. Mais negras, mais vingativas, mais peixeiras. Mas a verdade é que o sapato fica sem cocó se o rasparmos na relva, pelo que não é assim tão preocupante para quem o pisa. Mas para quem o é, já fica um bocado para o desfeito. A menos, claro, que seja uma bosta tão grande e mole que seja necessário lavar com água e sabão. Problema resolvido, anyway. 

De caras com um cocó, temos sempre três hipóteses:
- passar por cima e ignorar, deixando o cocó onde ele está (e outra pessoa que o ature, ou até mesmo nós que passemos por cima as vezes necessárias)
- pisar e limpar os sapatos (a chuva que limpe o resto que ficou na rua)
- pegar num saco de plástico, apanhar o cocó e pô-lo no sítio a que pertence: o lixo. 

Sendo que esta última é capaz de ser melhor. Um cocó é sempre um cocó e se não for retirado do meio da rua, atrapalha e suja os sapatos de muita gente. Assim, é mais fácil levá-lo para onde pertence e deixar que os homens do lixo os levem para algum enterro sanitário. Deste modo, saliento a importância da imagem acima.

Metaforicamente, os homens do lixo podem ser o destino ou o tempo. Whatever.
Karma is a bitch.

Ps. Apanhem os cocós dos vossos cães, que estes passeios andam minados.

tcharan

aleluia. fiz a candidatura. é segunda fase, mas para mim é como se fosse primeira. wish me luck *

domingo, 18 de setembro de 2011

errata.

ao que parece, as imagens do post anterior não são de Portugal, mas sim da Irlanda. obrigada ao tomás_taveira pelo reparo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

(des)encontros

cruzamo-nos com um corpo cansado, esgotado, abatido. sorris pois finalmente vês o que, por telefone, uma voz cansada te disse ainda existir. uma pessoa que partiu e que regressa de tempo a tempo e da qual tu sentes falta. nunca percebi isso até te conhecer o brilho nos olhos e a saudade a vir ao de cima. sei que tiveste uma vontade enorme de o abraçar. ele tinha um olhar perdido e falava desorientado. e tu quiseste poder estar ali para ele, ouvi-lo e apoiá-lo, mas ele quis ir embora. ele esquivou-se aos teus convites, já foi o tempo em que ele fazia parte das tuas rotinas. e, embora provavelmente não o admitas, tu queres que alguns passados voltem. e eu senti algo a perder-se, como o destino que nos foge das mãos. quis dizer-te, mas não tive coragem por saber o carinho que lhe guardas e eu não ser adivinha do futuro.

(falta de) palavras.


e bastaram umas palavras de incentivo para a vontade de escrever voltar. é algo inerente a mim. uns têm a música, outros têm um desporto, eu tenho a escrita. pelo menos já tive. mas como todos os amores, há momentos em que nos estagnamos. seja por apatia, seja por termos mais que fazer. ou mesmo porque, tal como um dos meus melhores amigos citou, 'de que vale sentares-te para escrever se ainda não te levantaste para viver?'. é a mais pura das verdades.

talvez se deva também à frustração e à vergonha. talvez me desmotive com aqueles que evoluem melhor que eu. é uma estupidez, mas algo que realmente me acontece. talvez deva voltar a escrever incessantemente a ver se acerto. numa panóplia de palavras, poderei ter ideias mágicas. ou não. não saberei se não tentar. 

não saberei criar se não souber usufruir. é isso.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

pensamentos soltos numa rua adormecida.

são dez da noite. saio de casa para passear as cadelas. levo uma de cada vez e demoro-me, com cada uma, cerca de dez minutos. quando estou em casa nunca apetece. nunca há vontade de ir para o frio da noite passear dois bichos que só sabem puxar a trela (muito por não estarem habituadas) e em caso de assalto ou agressão não me servem de grande protecção devido à sua pequenez. sempre gostei de cães grandes, dão-me outra segurança. mas adoro as minhas pequenas. quem tem animais sabe o que é quando digo que são como filhos. é um amor incondicional. não vale a pena alguém fazer-me escolher entre seja quem for e as minhas duas cadelas. é certo e sabido que vou escolher as cadelas, tenha a pessoa a importância que tiver. até porque se essa pessoa gostasse mesmo de mim, tinha que aturar a bagagem que trago.

são dez e cinco da noite. parece que a rua está adormecida. um vizinho regressa a casa do passeio com a sua cadela para ir ver a continuação do jogo de futebol. do outro lado da rua, há mais movimento. um casal despede-se da família, com palavras inaudíveis, dois beijos na cara e um aceno. saem de uma casa onde já chorei. não que isso seja algo raro, odeio este defeito em mim de verter lágrimas facilmente. nunca me senti tão vulnerável e tão fraca. tão quebradiça. não me sinto digna de todas as vezes que me viram como uma "mulher forte e corajosa", "com força interior". sinto que tudo isso se foi abaixo. alguém tocou no meu calcanhar de aquiles e agora é difícil recuperar o furacão que tinha dentro de mim.

são dez e dez da noite. nem sei porque me chateio tanto em vir passear as cadelas. eu gosto de passear. gosto do silêncio da noite e da rua a adormecer. gosto do espaço que os meus pensamentos ganham. gosto da fuga à minha própria casa. é tempo para mim, tempo para respirar, tempo para estar sozinha. é tempo que me esqueço que é bom. que me faz bem e me tranquiliza.

são dez e um quarto da noite. cruzo-me com um velhote com a sua cadela. já o conheço há uns anos por ter adoptado uma cadela que nós, os miúdos que se juntavam à noite na rua para conversar e brincar, tratámos durante umas semanas. com o cigarro na boca e as duas mãos a segurar na trela diz-me 'boa noite'. retribuo e dou uma festa à cadela que se põe a jeito de brincar com a minha. mas a minha é muito mariquinhas e, apesar de provocar, foge logo. regresso a casa, a minha cadela não pára de farejar qual cão polícia. apetece-me saborear a rua adormecida por mais uns momentos.

são dez e vinte da noite. tal como quando saí, a rua permanece silenciosa, sem os carros como barulho de fundo. é calmo. é bom. e dá-me paz.
não consigo escrever, ando sem vontade. sem paciência. sem nada. o meu quarto anda na santa desarrumação há um par de dias. tenho três textos para escrever, e não estão escritos. devia estar empenhada a estudar código e não consigo. estou farta de não ver as coisas a valer a pena. e pronto.

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

como o vidro.


Se cair, quebro-me. Se me pisarem, corto.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011


É, sobretudo, um orgulho. Uma história cheia de pormenores, com um enredo de erros que se transformaram em lições, sobre o poder da fé e da dedicação. A loucura a que um amor nos pode levar é absurdamente surreal. Leva-nos para fora de nós para que possamos aprender mais sobre o nosso interior. Uma caminhada que, após as tempestades e as pedras, se tornou solarenga e florida. E, mesmo que volte a chover, apenas nos beijaremos na chuva.

Fazes-me tão feliz.

domingo, 11 de setembro de 2011

onze de setembro.


*uma prece para todos aqueles que morreram no maior atentado terrorista da história*

não consigo imaginar o sofrimento e o desespero de quem lá esteve ou de quem lá tinha amigos ou familiares. ainda hoje choro compulsivamente quando vejo documentários ou imagens das pessoas a saltar de grandes andares. surreal.

e, para mim, não deixa de ser irónico o facto de a data 9/11 (ainda não consigo habituar-me a este formato de data) ter a mesma ordem de números que o contacto das emergências nos estados unidos (911). e não encontro nada na internet que se refira a isso...

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

da religião.

novas crias no zoo.


amanhã conto ver coisinhas fofinhas destas no jardim zoológico! já não ponho lá os pés desde o meu segundo ano, por isso estou mais que ansiosa para ver o zoo com outros olhos, tirar montes de fotografias e filmar. um dia inteiro rodeada de animais é um sonho para mim *-*

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

desiderata, a way of life.

(Portimão 2011)

Siga placidamente por entre o ruído e a pressa,
E lembre-se da paz que pode haver no silêncio.

Tanto quanto possível, sem sacrificar os seus princípios,
Conviva bem com todas as pessoas.

Diga a sua verdade, serena e claramente, 
E ouça os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes,
Pois eles também têm a sua história.

Evite as pessoas vulgares e agressivas,
Elas atentam contra o espírito.

Se você se comparar com os outros pode tornar-se vaidoso ou amargo
Porque sempre existirão pessoas piores ou melhores que você.

Usufrua as suas conquistas,
Assim como os seus planos.

Mantenha o interesse pela sua profissão, por mais humilde que seja.
É um bem verdadeiro na sorte inconstante dos tempos.

Tenha cautela nos seus negócios, pois o mundo está cheio de traições.
Mas não deixe que isso o cegue para a virtude que existe.
Muitos lutam por ideais nobres e, por toda a parte, a vida está cheia de heroísmo.

Seja você mesmo.
Sobretudo, não finja afeições.

Não seja cínico em relação ao amor porque, apesar de toda a aridez e desencanto, 
Ele é tão perene quanto a relva.

Aceite com brandura a lição dos anos, 
Abrindo mão de bom grado das coisas da juventude.

Alimente a força do espírito para ter protecção em súbito infortúnio,
Mas não se torture com fantasias.
Muitos medos nascem da solidão e do cansaço.

Adopte uma disciplina sadia, mas não seja exigente demais.

Seja gentil consigo mesmo.
Você é filho do universo, assim como as árvores e as estrelas.
Você tem o direito de estar aqui e, mesmo que não lhe pareça claro, 
O universo com certeza está evoluindo como deveria.

Portanto esteja em paz com Deus, 
Não importa como você o conceba.

E, quaisquer que sejam as suas lutas e aspirações no ruidoso tumulto da vida, 
Mantenha a paz em sua alma.
Apesar de todas as falsidades, maldades e sonhos desfeitos, 
Este ainda é um belo mundo.

Alegre-se, lute pela sua felicidade.

Max Ehrmann

domingo, 4 de setembro de 2011

about life and love.


"A vida seria aborrecida se fosse toda de rosas. O sal tomado só é amargo, mas dá sabor agradável à comida. As dificuldades são o sal da vida."

yin e yang sempre :)

ways to see a glass of water.


that's it.


sinto-me de coração cheio de vida :)

mudanças.

para combinar com o andamento da minha vida, mudei o template do blog. o outro já não se adequava, já era muito do passado, muito escuro e eu precisava de algo fresco. e mudar é sempre bom. como estou numa nova fase da minha vida, em todos os aspectos para melhor, decidi fazer uns progressos no blog também. ainda faltam alguns pormenores, mas para já é isto. espero que gostem :)

sábado, 3 de setembro de 2011

de 2011.


ao contrário do que eu estava à espera, 2011 está a ser muito mais giro do que eu imaginava. claro que teve os seus momentos maus e até mesmo péssimos, mas a visão geral é bastante positiva! ando cheia de coisas para fazer, com tempo para descansar, tempo para mim e para nós, tempo com amigos e família, novos projectos em mente, bastantes fotografias do ano inteiro para pôr no álbum que quero oferecer a mim própria no natal... ainda tenho de escrever sobre imensas coisas aqui no blog, a minha ausência é apenas reflexo de a bateria do computador andar com o meu pai e eu própria não andar muito por casa. esta última semana foi um sonho que espero que continue. awwww, estou tão ansiosa para poder falar de tudo como deve ser!

feliz :)