segunda-feira, 30 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
onze minutos
Se eu tivesse que contar hoje minha vida para alguém, poderia fazê-lo de tal maneira que me iriam achar uma mulher independente, corajosa e feliz. Nada disso: estou proibida de mencionar a única palavra que é muito mais importante que os onze minutos - amor. Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida.É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.
E quem ama o máximo, sente-se livre.
Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que este tempo passe rápido, para que eu possa voltar à busca de mim mesma - encontrando um homem que me entenda, que não me faça sofrer.
Mas que estupidez é essa que estou a dizer? No amor, ninguém pode magoar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso. Já me senti magoada quando perdi os homens pelos quais me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.
Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la - Onze Minutos, Paulo Coelho.
E quem ama o máximo, sente-se livre.
Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que este tempo passe rápido, para que eu possa voltar à busca de mim mesma - encontrando um homem que me entenda, que não me faça sofrer.
Mas que estupidez é essa que estou a dizer? No amor, ninguém pode magoar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso. Já me senti magoada quando perdi os homens pelos quais me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.
Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la - Onze Minutos, Paulo Coelho.
um poucachinho de palavriado
Após tanto silêncio sobre ti, soube bem voltar a falar. És demasiado importante para que te deixe assim. Já não quero mais saber das consequências. Já não quero fugir porque tenho medo. Baterei na parede tantas vezes quantas forem precisas, caírei tanto quanto for necessário. É verdade quando dizem que isso nos faz crescer. Mesmo quando achamos que não. Podem dizer que não tenho cojones. Contudo arrisco mesmo sabendo o que pode vir a seguir, como poderei voltar a ficar. E tenho medo? É por isso que vou evitar? Não. Vou tentar outra vez. Enquanto achar que vale a pena é o que vou fazer.
Podem achar que foi fraqueza ter cedido mais uma vez. Mas na verdade, mais difícil que ficar com ódio a alguém, é perdoar essa pessoa pela dor que nos causou. E eu nunca fui de desistir.
Eu tenho cojones e melones, coño!
Podem achar que foi fraqueza ter cedido mais uma vez. Mas na verdade, mais difícil que ficar com ódio a alguém, é perdoar essa pessoa pela dor que nos causou. E eu nunca fui de desistir.
Eu tenho cojones e melones, coño!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Já deixou de ser porque eu não suporto a miúda. Não gosto dela por tudo o que ela me fez, e sim é a única pessoa a quem guardo rancor. Porquê? Eu passo a explicar. Já não tem a ver com a minha "relação" com ela, coisa que se resume a simples respeito por ti.
E tu, neste momento, é que tens culpa por eu odiá-la. PORQUE TE TORNAS UM IDIOTA QUANDO TE DÁS COM ELA. Só a vês à frente, e mais ninguém merece o mesmo tratamento. As estúpidas que andaram aqui, que foram ter contigo para que te sentisses melhor vão pra merda não é?
Ela está mal? E EU FODASSE? É que eu nem sequer te posso ver todos os dias, é pedir muito que quando estou contigo não tenhas pressa de ir embora, ou que quando dizes que vens ter comigo, que venhas realmente e não me deixes para segundo plano?
Juro que não entendo como é que te dás tanto a uma pessoa que já te chegou a trocar, e te dás tão pouco a quem se dá tanto a ti.
Depois admira-te que um dia eu perca a paciência de vez e te vire costas
E tu, neste momento, é que tens culpa por eu odiá-la. PORQUE TE TORNAS UM IDIOTA QUANDO TE DÁS COM ELA. Só a vês à frente, e mais ninguém merece o mesmo tratamento. As estúpidas que andaram aqui, que foram ter contigo para que te sentisses melhor vão pra merda não é?
Ela está mal? E EU FODASSE? É que eu nem sequer te posso ver todos os dias, é pedir muito que quando estou contigo não tenhas pressa de ir embora, ou que quando dizes que vens ter comigo, que venhas realmente e não me deixes para segundo plano?
Juro que não entendo como é que te dás tanto a uma pessoa que já te chegou a trocar, e te dás tão pouco a quem se dá tanto a ti.
Depois admira-te que um dia eu perca a paciência de vez e te vire costas
terça-feira, 17 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
verdadeira beleza
"Esta vida? É sempre a perder.."

Não sei que tipo de lição me estão a tentar ensinar, mas duvido que tenha de ser eu a aprende-la. Já ninguém quer saber de ninguém. Todos estão a ceder a esta sociedade pavorosa, a esta mentalidade de "cada um por si". E são os que menos esperamos que de vez em quando nos brindam com uma desilusão. Se fosse uma pequena zanga... Bom, todos as temos. Agora esta moda de não querer saber, não se importarem minimamente com o facto de perderem amigos ou de não estarem a agir bem para com determinada pessoa. Opa, isso é que não. Parece que deixamos de existir, se não formos nós à luta. Deverá ser sempre assim? O tango não se dança sozinho, e é impossível ganhares orgulhosamente no jogo de puxar a corda, se o outro lado simplesmente a larga. Ainda ninguém abriu os olhos ao RIDÍCULO da situação? Ou serei só eu?
Estaremos todos a ceder à arrogância caraterística de pessoas que só se preocupam com o seu rabinho, e a mandar dedinhos do meio sempre que alguém nos vem incomodar enquanto fazemos cortesia a nós próprios? O que é feito do fazer parte da vida uns dos outros, da união? Do querer saber, do querer bem? Da amizade? "Não te esqueças que, acima de tudo, és responsável por aquilo que cativas". Se assim é, porque descuidamos tanto de quem já nos foi muito?
O mundo está parvo, só pode. E, para grande espanto meu, a percentagem dos que resistem (pensava eu que resistiriam!) a ese snobismo está a diminuir. De dia para dia...
"Esta vida? É sempre a perder.
Ninguém dá valor ao que tem. Nem quando perde, pois se acostumam à perda"
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Vamos a fazer figas

"(..) O tempo passa a ser nosso, em vez de sermos nós dele. E tudo o que dizemos, tem graça, e tudo o que fazemos, é fácil, certo e bom. Não tem nome este estado de graça, de se sentir a vida a pulsar debaixo da pele e coragem para fazer tudo o que ainda não conseguimos. Não tem nome, nem pode ter porque é tão forte e tão grande que não cabe num dicionário. Não é paixão porque não dói, nem atracção porque não inquieta. É um quase tudo mas ainda não é nada, porque não houve tempo. E o tempo, que tão sabiamente apaga desejos incendiários e nos resolve dramas de tirar o sono e secar lágrimas, é mais uma vez o nosso maior aliado, de mãos dadas com a euforia que nos enche de graça a existência. Só é preciso não ter pressa, deixar passar o tempo devagarinho e fazer figas para que dê certo.
E eu ADORO fazer figas!"
domingo, 8 de novembro de 2009
[P]
Observa os pequenos pormenores...
Quando uma rapariga está calma... milhões de coisas invadem os seus pensamentos.
Quando uma rapariga não discute... pensa profundamente.
Quando uma rapariga te olha com os olhos cheios de perguntas... ela questiona-se quanto tempo continuarás ao lado dela.
Quando uma rapariga responde "tudo bem" depois de alguns segundos... é porque não está nada bem!
Quando uma rapariga fixa o olhar em ti... pergunta-se a si mesma porque lhe mentes.
Aposto que nunca tinhas reparado.
Quando uma rapariga não discute... pensa profundamente.
Quando uma rapariga te olha com os olhos cheios de perguntas... ela questiona-se quanto tempo continuarás ao lado dela.
Quando uma rapariga responde "tudo bem" depois de alguns segundos... é porque não está nada bem!
Quando uma rapariga fixa o olhar em ti... pergunta-se a si mesma porque lhe mentes.
Aposto que nunca tinhas reparado.
sábado, 7 de novembro de 2009
Auto-descrição
Pediram-me para dizer quem sou.
Disse que me chamava Margarida. 'Não. Diz-me quem és, não o teu nome.' Aí respondi que era uma estudante. 'Eu não perguntei o que fazias, perguntei quem és'.
- Sou uma jovem de 16 anos.
'Também não perguntei a idade, minha querida...'. Já não estava a perceber o que queriam de mim, perdi a paciência e disse: NÃO SEI!
Mas quem me conhece, sabe que eu não ignoro este tipo de perguntas. Então apercebi-me de que queriam saber quem eu era, para além de todas as superficialidades. Sem perguntas de BI, por assim dizer. Afinal, só podemos conhecer verdadeiramente alguém se soubermos ouvir-lhe a alma. O resto só serve para estatística e estatuto. Contudo, a resposta é a mesma. Não sei. Teria de reflectir bem para saber o que realmente sou. Ridículo, parece. Mas a verdade é que com todos os arrufos da vida, toda a barafunda das horas, é raro pararmos e descobrirmos quem somos.
Eu? Eu sou uma romântica da vida. Bastante positiva, no que toca aos meus projectos. Acredito que posso contribuir para um Mundo Melhor e que tudo é concretizável se tiver fé. [E quando falo de fé, não estou a falar de Deus, mas sim dessa força do nosso interior que nos faz acreditar que sim, quando todos os outros dizem que não.] No entanto, os meus maus momentos conseguem deixar-me realmente fraca, principalmente se me sentir sozinha. Aí preciso de muita paciência e compreensão da parte dos meus amigos. Eles são o melhor de mim, a minha maior conquista. {Por isso às vezes, entristeço-me se não sinto ter a mesma importância para eles, que eles têm para mim.} Sinto que tenho de os proteger de alguma forma. Afinal, somos responsáveis pelo que cativamos. Valorizo muito as pessoas e estou sempre atenta aos pequenos pormenores. São as pequenas coisas da vida que mais valem pois todos as olham e nunca ninguém repara nelas ou as vê realmente. Aprendi isto com uma das melhores pessoas que já encontrei, que me ensinou bastante sobre a vida: L'essentiel est invisible pour les yeux. Daí não julgar as pessoas pela aparência, mas sim pelos seus actos; não pela idade, mas pelo que posso aprender com elas; não pelo que têm, mas pelo que valem. Acredito que as mais belas pessoas não são as mais bonitas, mas sim as que têm o coração mais doce. Que não têm qualquer vestígio de maldade no seu olhar e que se prontificam a ajudar qualquer pessoa que precise, amigo ou desconhecido. São essas que me inspiram.
Tenho tendência para a parvoíce e para me rir da mínima coisa. Não tenho problemas em fazer 'figuras' em público. Considero a sociedade o maior entrave à nossa verdadeira personalidade. No entanto, também acho que só nos preocupamos com o que as pessoas pensam de nós, na medida em que julgamos os outros. Mas isto não quer dizer que agora devamos fazer o que bem nos apetece. Há que haver um minímo de bom senso e perceber que o respeito pelas pessoas é muito bonitinho, e preza-se! Ouu seja, faz o que quiseres da tua vida desde que não incomodes ninguém.
As gulodices da minha vida são os gelados e as caipiroscas pretas. Não sou particularmente fã do Inverno porque, com o frio, o meu nariz fica mais vermelho que a cara, o que me faz parecer o Rudolfo do Pai Natal. Adoro o Verão e as suas noites amenas que me fazem sentir capaz de tudo. Mas o que eu mais gosto no Verão são as festas do meu Alentejo. Os melhores 4 dias. E eu sou daquelas que vai para o estrado dançar o pimba, cantar (mal) no karaoke, e fazer de princesa na animação do Palhaço! Não vivo sem música. Sou daquelas que liga uma canção a um certo momento da vida ou a alguém, e que anos mais tarde, quando ouve essa mesma canção, volta a sentir exactamente o mesmo que sentiu na altura. O meu ídolo é a Shakira, já desde os meus 5 anos. Para além de me identificar bastante com ela, admiro-a por não deixar a riqueza subir-lhe à cabeça. Para mim, um concerto só é perfeito se estivermos nas primeiras filas da plateia.
Os momentos que mais me preenchem são aqueles em que um total desconhecido se cruza no nosso caminho e que, com uma simples conversa, nos dá uma valiosa lição. Tenho uma necessidade enorme de me expressar. Seja a escrever, a tocar ou a dançar. Mas sinto que não dou tudo de mim, que consigo dar mais, mas que há algo que me prende. Raramente consigo ser totalmente eu, mas vou aprendendo a adaptar a minha maneira de ser à sociedade actual. I'm a freak, I guess.
E pronto, isto é um bocadinho de mim,
Margarida Almeida, muito prazer.
Disse que me chamava Margarida. 'Não. Diz-me quem és, não o teu nome.' Aí respondi que era uma estudante. 'Eu não perguntei o que fazias, perguntei quem és'.
- Sou uma jovem de 16 anos.
'Também não perguntei a idade, minha querida...'. Já não estava a perceber o que queriam de mim, perdi a paciência e disse: NÃO SEI!
Mas quem me conhece, sabe que eu não ignoro este tipo de perguntas. Então apercebi-me de que queriam saber quem eu era, para além de todas as superficialidades. Sem perguntas de BI, por assim dizer. Afinal, só podemos conhecer verdadeiramente alguém se soubermos ouvir-lhe a alma. O resto só serve para estatística e estatuto. Contudo, a resposta é a mesma. Não sei. Teria de reflectir bem para saber o que realmente sou. Ridículo, parece. Mas a verdade é que com todos os arrufos da vida, toda a barafunda das horas, é raro pararmos e descobrirmos quem somos.
Eu? Eu sou uma romântica da vida. Bastante positiva, no que toca aos meus projectos. Acredito que posso contribuir para um Mundo Melhor e que tudo é concretizável se tiver fé. [E quando falo de fé, não estou a falar de Deus, mas sim dessa força do nosso interior que nos faz acreditar que sim, quando todos os outros dizem que não.] No entanto, os meus maus momentos conseguem deixar-me realmente fraca, principalmente se me sentir sozinha. Aí preciso de muita paciência e compreensão da parte dos meus amigos. Eles são o melhor de mim, a minha maior conquista. {Por isso às vezes, entristeço-me se não sinto ter a mesma importância para eles, que eles têm para mim.} Sinto que tenho de os proteger de alguma forma. Afinal, somos responsáveis pelo que cativamos. Valorizo muito as pessoas e estou sempre atenta aos pequenos pormenores. São as pequenas coisas da vida que mais valem pois todos as olham e nunca ninguém repara nelas ou as vê realmente. Aprendi isto com uma das melhores pessoas que já encontrei, que me ensinou bastante sobre a vida: L'essentiel est invisible pour les yeux. Daí não julgar as pessoas pela aparência, mas sim pelos seus actos; não pela idade, mas pelo que posso aprender com elas; não pelo que têm, mas pelo que valem. Acredito que as mais belas pessoas não são as mais bonitas, mas sim as que têm o coração mais doce. Que não têm qualquer vestígio de maldade no seu olhar e que se prontificam a ajudar qualquer pessoa que precise, amigo ou desconhecido. São essas que me inspiram.
Tenho tendência para a parvoíce e para me rir da mínima coisa. Não tenho problemas em fazer 'figuras' em público. Considero a sociedade o maior entrave à nossa verdadeira personalidade. No entanto, também acho que só nos preocupamos com o que as pessoas pensam de nós, na medida em que julgamos os outros. Mas isto não quer dizer que agora devamos fazer o que bem nos apetece. Há que haver um minímo de bom senso e perceber que o respeito pelas pessoas é muito bonitinho, e preza-se! Ouu seja, faz o que quiseres da tua vida desde que não incomodes ninguém.
As gulodices da minha vida são os gelados e as caipiroscas pretas. Não sou particularmente fã do Inverno porque, com o frio, o meu nariz fica mais vermelho que a cara, o que me faz parecer o Rudolfo do Pai Natal. Adoro o Verão e as suas noites amenas que me fazem sentir capaz de tudo. Mas o que eu mais gosto no Verão são as festas do meu Alentejo. Os melhores 4 dias. E eu sou daquelas que vai para o estrado dançar o pimba, cantar (mal) no karaoke, e fazer de princesa na animação do Palhaço! Não vivo sem música. Sou daquelas que liga uma canção a um certo momento da vida ou a alguém, e que anos mais tarde, quando ouve essa mesma canção, volta a sentir exactamente o mesmo que sentiu na altura. O meu ídolo é a Shakira, já desde os meus 5 anos. Para além de me identificar bastante com ela, admiro-a por não deixar a riqueza subir-lhe à cabeça. Para mim, um concerto só é perfeito se estivermos nas primeiras filas da plateia.
Os momentos que mais me preenchem são aqueles em que um total desconhecido se cruza no nosso caminho e que, com uma simples conversa, nos dá uma valiosa lição. Tenho uma necessidade enorme de me expressar. Seja a escrever, a tocar ou a dançar. Mas sinto que não dou tudo de mim, que consigo dar mais, mas que há algo que me prende. Raramente consigo ser totalmente eu, mas vou aprendendo a adaptar a minha maneira de ser à sociedade actual. I'm a freak, I guess.
E pronto, isto é um bocadinho de mim,
Margarida Almeida, muito prazer.
um dia hei-de poder dizer isto...
Quando pensas que não há ninguém certo para ti, que ninguém se adequa aos teus ideais de 'pessoa [Quase]perfeita' , eis que ele aparece.
Brinda-te com os melhores sorrisos e os olhares mais promissores; Mais tarde, as habituais boquinhas e piropos da praxe para quebrar o gelo. Quando dás conta estás completamente rendida aos encantos desse ser que aos olhos de todos é um perfeito idiota.
Mas, para ti é muito mais que isso. É esse misto de parvoíce e boa disposição que te deixa tonta de amores...
E, quando a magia acontece, aí sim tens a certeza que é a esse miúdo que pertences. <3
Ca'Salgueiro
Brinda-te com os melhores sorrisos e os olhares mais promissores; Mais tarde, as habituais boquinhas e piropos da praxe para quebrar o gelo. Quando dás conta estás completamente rendida aos encantos desse ser que aos olhos de todos é um perfeito idiota.
Mas, para ti é muito mais que isso. É esse misto de parvoíce e boa disposição que te deixa tonta de amores...
E, quando a magia acontece, aí sim tens a certeza que é a esse miúdo que pertences. <3
Ca'Salgueiro
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
shopping therapy

Nunca entendi essa ânsia e obcessão das mulheres estarem constantemente nas compras, ou pelo menos quererem estar. Quanto a mim, só de pensar em centros comerciais apilhados de gente, altas luzes e burburinho como música ambiente... hum.. começo a ficar ligeiramente claustrofóbica. Talvez sofra de multidofobia - palavra que inventei agora para designar a fobia de multidões.
Não percebo como é que há pessoas que gostam (ou se dão ao trabalho de fingir gostar) de apreciar montras e levar com um braço na barriga ou ter alguém a tropeçar nos seus pés. Ou então de ver o instinto selvagem das pessoas, maioritariamente mulheres, a emergir quando duas mãos de pessoas diferentes pegam a mesma última peça do stock. [Digo mulheres na maioria, porque isto dos shoppings para as mulheres pode comparar-se ao futebol para os homens: enquanto uns conseguem apreciar o futebol com os seus gritos e euforia, outros vão mais longe, invadem o campo, dão socos no árbitro, nos jogadores da outra equipa, e trepam grades para invadir os camarotes VIP para o treinador se demitir.] Bom... Um viva à estupidez humana! É que se fôssemos animais ainda tinhamos a desculpa de sermos irracionais, agora assim...
Voltando aos shoppings! Outra coisa que eu acho um piadão é termos de literalmente arrancar as peças de roupa, de usar a nossa força de braços para separar os duzentos cabides afim de tirarmos as nossas idolatradas (ou não) calças [giro giro, é quando nos apercebemos que afinal não eram aquelas, mas sim as do lado e entretanto todas as calças voltaram a compactar-se e temos de voltar a grunhir para desviar a roupa] , ou então escavar nas pilhas de camisolas que as empregadas das lojas da Bershka insistem em amontoar ou deixar que as pessoas amontoem. No meu intímo e na minha mais ínfima réstia de parvoíce, começo a achar que os empregados fizeram uma aposta em como faziam uma Torre Eiffel de camisolas ou então a Grande Muralha da China com as calças da loja.
Caso para dizer: "As mulheres e as compras". Faça chuva, faça sol. Tenhamos a maior sorte ou a maior desgraça. Sim, porque o espírito consumista das mulheres também vai sobressaindo à medida que vamos tendo os nossos desgostos. Aí usamos as compras como lencinho para limpar a lágrimazinha do canto do olho.
"Shopping therapy".
Aí, sou forçada a admitir... até resulta, de vez em quando.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Where... am... I ?

Onde está a magia? A fantasia, a expressão mais pura e inocente do ser, a melodia mais harmoniosa dentro de nós. Onde estão? Os segredos das avenidas, as palavras soltas, os abraços da alma. Para onde foram? Os risos desmedidos, os olhares cruzados, e essa sede de viver. Onde estás tu? E onde é que... me deixaste?
domingo, 1 de novembro de 2009
31 out
Escrevo aqui com um dia de atraso, mas fui pontual na mensagem de parabéns.
Parabéns meu querido :)
Se tu soubesses as saudades que tenho da tua alegria e da alegria que sentia ao pé de ti. Só consegui sorrir naqueles dias das festas, e chorar no fim deles. Não há despedida nossa em que não chore, mas não deixo que tu saibas isso. Sei como ficas quando vês alguém a chorar. És tanto o que eu preciso, a minha escapadela à dura realidade que me tem vindo a assombrar. Esta ligação cósmica que sinto por ti, esta amizade que anseia menos distância e mais tempo para nós, é tanto o que me faz levantar a cabeça e acreditar que há sempre uma luz no fundo do túnel, alguém que é diferente de todos os outros. Se tu soubesses as vezes que sonho em fazer parte da tua vida, em poder ver-te mais do que quatro dias por ano, em poder deixar que me ensines a tua rotina e que tu queiras aprender a minha. Se tu soubesses o nervoso miudinho que sinto quando se aproximam os dias de nosso reencontro, e a vontade de estar contigo nas 24 horas que tem o dia para que não nos falte nada, porque nos vamos separar brevemente. Se imaginasses sequer a minha tristeza quando soube que não nos iríamos ver este ano.. e o alívio quando a tua família mudou de planos.
Meu Jorge, a verdade é que terás sempre um pedaço da minha alma só para ti. És das pessoas que eu tenho mais orgulho em preservar. Das que mais falta me faz. E sabemos tão pouco da vida um do outro. Tu és daqueles que vive o momento, e eu gostava de fazer parte do teu momento. Vou-te mandando mensagem para de vez em quando te lembrares de mim e saberes que eu penso em ti, provavelmente todos os dias. Fico-me por aqui, Jorge, porque já estou a ficar com ainda mais saudades e mais vontade de te telefonar e começar a contar toda a minha vida. Mas as nossas vidas são tão diferentes e precisávamos de mais tempo para tornar esta amizade verdadeiramente sólida. Mas não faz mal. Tu és alegria, amigo. És o meu petit prince, e basta.
Um grande beijinho.
Parabéns meu querido :)
Se tu soubesses as saudades que tenho da tua alegria e da alegria que sentia ao pé de ti. Só consegui sorrir naqueles dias das festas, e chorar no fim deles. Não há despedida nossa em que não chore, mas não deixo que tu saibas isso. Sei como ficas quando vês alguém a chorar. És tanto o que eu preciso, a minha escapadela à dura realidade que me tem vindo a assombrar. Esta ligação cósmica que sinto por ti, esta amizade que anseia menos distância e mais tempo para nós, é tanto o que me faz levantar a cabeça e acreditar que há sempre uma luz no fundo do túnel, alguém que é diferente de todos os outros. Se tu soubesses as vezes que sonho em fazer parte da tua vida, em poder ver-te mais do que quatro dias por ano, em poder deixar que me ensines a tua rotina e que tu queiras aprender a minha. Se tu soubesses o nervoso miudinho que sinto quando se aproximam os dias de nosso reencontro, e a vontade de estar contigo nas 24 horas que tem o dia para que não nos falte nada, porque nos vamos separar brevemente. Se imaginasses sequer a minha tristeza quando soube que não nos iríamos ver este ano.. e o alívio quando a tua família mudou de planos.
Meu Jorge, a verdade é que terás sempre um pedaço da minha alma só para ti. És das pessoas que eu tenho mais orgulho em preservar. Das que mais falta me faz. E sabemos tão pouco da vida um do outro. Tu és daqueles que vive o momento, e eu gostava de fazer parte do teu momento. Vou-te mandando mensagem para de vez em quando te lembrares de mim e saberes que eu penso em ti, provavelmente todos os dias. Fico-me por aqui, Jorge, porque já estou a ficar com ainda mais saudades e mais vontade de te telefonar e começar a contar toda a minha vida. Mas as nossas vidas são tão diferentes e precisávamos de mais tempo para tornar esta amizade verdadeiramente sólida. Mas não faz mal. Tu és alegria, amigo. És o meu petit prince, e basta.
Um grande beijinho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


