O meu professor de Métodos Quantitativos sabe!
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
4G
Já toda a gente falou do anúncio da PT. A música brutal. O conceito genial. A produção fantástica. Apeteceu-me partilhar porque sei que daqui a uns anos já ninguém se vai lembrar disto e eu vou querer rever tudo o que tenho no arquivo.
segunda-feira, 26 de março de 2012
de maneira diferente.
- Diz Cassidy.
- Cassidy.
- Diz Ursula.
- Ursula.
- Agora... - e apontaste para o teu próprio peito.
- Willow.
- Não ouves? - disseste - Quando gostamos muito de uma pessoa, dizemos o nome dela de maneira diferente. Como se estivesse em segurança.
- Cassidy.
- Diz Ursula.
- Ursula.
- Agora... - e apontaste para o teu próprio peito.
- Willow.
- Não ouves? - disseste - Quando gostamos muito de uma pessoa, dizemos o nome dela de maneira diferente. Como se estivesse em segurança.
Frágil, Jodi Picoult.
domingo, 25 de março de 2012
coisas que não suporto...
Pessoas que levam tudo o que eu digo, explicitamente na brincadeira, a mal. Claro que depois sou chamada de arrogante porque acham que mando bocas sarcásticas quando estou na mais genuína das descontracções. Devo ser eu que sou demasiado inocente e não vejo mal nenhum em piadas.
sábado, 24 de março de 2012
há muito que precisava de desabafar.
Vi isto no Shiuuuu e de certa forma identifiquei-me. Tenho saudades de todos os sintomas de uma pessoa apaixonada. Não conseguir dormir por causa do entusiasmo, ter um sorriso enorme e involuntário, sentir-me desejada, ter aqueles jogos de sedução que provocam arrepios, sentir-me uma adolescente histérica aos pulos de alegria... Sentir-me cheia de vida, a transbordar de felicidade e emoção.
Tenho, acima de tudo, saudades de sentir tudo isto com ele. Guardo semanas na minha memória em que andava assim, na lua, perdida de felicidade. Em que tudo era bom, perfeito, genial. Sozinha, ainda festejo o dia em que o conheci, pois foi o dia em que não sabia que a minha vida iria mudar. Para ele, não deve fazer qualquer diferença. Já não sei se dou graças a deus de o ter conhecido, ou se hei-de retirar as lições.
Enfim, este tempo cinzento e o facto de ter de passar o dia inteiro em casa a fazer trabalhos está a atrofiar-me o sistema. Estive a ver fotografias do passado, com os meus amigos, em acampamentos, nas salesianas, em jantares, concertos e lembro-me das histórias. Tenho de as escrever pois não quero nunca que caiam no esquecimento. São elas que me mantêm viva e me dão esperança de voltar a viver histórias dignas de serem relembradas, fotografadas, filmadas. Por outro lado, vejo outras fotografias que nada me dizem, não me tocam, não me levam de volta ao momento. Como é que uma pessoa deixa de ser assim apagada? Algo aconteceu.
Enfim, isto deve ser do tempo. Tanto o cinzento como o que vou passar agarrada ao computador a fazer coisas que não me apetece, mas que tem de ser. A falta de contacto com outras pessoas atrofia-me. A falta que os meus verdadeiros amigos me fazem atrofia-me. A falta que ele me faz atrofia-me. Mas tenho que ser forte, e superar sozinha. Como sempre.
A verdade é que, para mim, já não é suficiente viver sem aquela intensidade emocional de uma pessoa apaixonada. Seja por ele, seja pela vida. Anything.
minha dri.
Eu adoro esta miúda. É uma das minhas melhores amigas há cerca de 6 anos e tenho um orgulho enorme nela. É das tais amizades em que podemos ficar meio ano sem nos vermos e uma data de meses sem falarmos, nada muda. A amizade está lá. Mas a verdade é que eu gosto de viver as amizades, às vezes não me basta ficar só pelo contar as histórias da nossa vida. Às vezes o que quero é fazer parte e que façam parte dessas histórias.
Nos últimos dias temos voltado a falar frequentemente e eu adoro vê-la feliz como está :) E o mais giro é que está cada vez mais querida e amorosa. São pequenas coisas que me enchem o coração.
Até nem me importo de ser acordada, quando já durmo profundamente, com um telefonema dela ahah! Por mais que as coisas mudem, há outras que permanecem iguais. Nós já tivemos momentos tão giros! :)
verdadeiro amor.
"Não o digo em voz alta mas é assim que sei que a Vanessa nunca irá magoar-me. Ela preocupa-se mais com o meu bem-estar do que com o seu. Preferia partir o seu próprio coração a causar o mais pequeno dano ao meu."
Uma Melodia Inesperada, Jodi Picoult.
Isto é amor! :)
quinta-feira, 22 de março de 2012
slogan.
Dorme com ideias, acorda com atitudes. Uma ideia pode criar dinheiro, mas o dinheiro não cria ideias.
Mariana Custódio
Um slogan criado para o projecto aliciante de Organização Empresarial.
Um slogan de empreendedorismo e entusiasmo.
Um slogan para a vida.
Cada vez me sinto mais viva e mais capaz de concretizar. Boas influências académicas!
quarta-feira, 21 de março de 2012
das desilusões. - sis :)
Um dia encontrei um daqueles textos que achei mesmo, mesmo perfeito. Hoje quis dedicá-lo à minha irmã de alma, uma pessoa que tem uma fé incrível. Isto é só um empurrãozinho :)
A prova, a grande prova, de que os nossos corações nunca se entenderão, está na forma como ambos vemos a vida e continuámos a viver. A verdade é que ambos mudámos muito. Nós, que sempre acreditámos em conjunto e acerrimamente que as pessoas não mudavam.
Eu não percebi, na época, que ele se tinha transformado numa versão ridiculamente absurda de quem ele tinha sido, em tempos. Não percebi que para ele, gostar de mim e, segundo palavras dele, eu ser tudo o que ele tinha de mais valioso na vida dele, não lhe chegava. Muito menos à distância. Não percebi que ele seria capaz de fazer o que fez com aquela rapariga de cabelos castanhos, óculos quadrangulares e casaco de malha entre aberto. Não percebi que, por acaso, isso seria o que de melhor me aconteceria na altura e não percebi que haveria uma fase na minha vida, como este último ano, em que daria verdadeiramente graças aos céus pela tremenda desilusão que tive, porque as desilusões nos dão a maravilhosa oportunidade de encontrarmos melhor. Muito melhor. Centenas de vezes melhor. Milhares de vezes melhor. Mas não. Nós não percebemos isso, no momento. Embrenhamo-nos na tristeza de uma forma assustadora.
E ele, ele não percebeu que não interessa o quanto ele me prove que nunca gostou dela. Ele não percebeu que não interessa se ele atravessa países para me pedir desculpas quatro, cinco, seis, sete, oito vezes por ano. Ele não percebeu que não interessa que ele me diga que está sozinho, tremendamente sozinho desde então. Ele não percebeu que não interessa que ele me continue a dizer que gosta de mim. Nem percebeu que eu já nem sequer me lembro dele, da pessoa dele, se ele não aparecer na minha vida. Ele não percebeu isso. Que ele se lembra de mim todos os dias da vida dele, mas que eu só me lembro dele porque ele mo obriga a isso. E que significado tem isso, lembrarmo-nos de alguém obrigados?
Ele não percebeu que quanto mais me diz que nunca gostou dela, mais me revolta. Mais desejo que o universo nunca, mas nunca mais, o deixe cruzar um único caminho que eu percorra no mundo. Ele não percebeu o quão desligada e distante me sinto dele. Ele não percebeu que quando olho para ele, como ontem o vi em pé, encostado à minha porta e com um pé sobre o meu canteiro, que vejo uma pessoa tão desconhecida e vazia quanto um completo desconhecido que se cruze comigo na Oxford Street ou no Regent's Park. Que me interessa saber que ele atravessa países para isto? Que impacto tem ainda o facto de ele ter chorado, quando o fiz prometer que nunca mais viria falar comigo onde quer que fosse, no mundo? Nenhum. Ele não percebeu também aquilo que eu, por acaso, também nunca tinha percebido: que eu nunca gostei dele verdadeiramente. E que, também, eu nunca soube o quão poderoso e benéfico isso poderia vir a ser, agora.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Decidi que tenho um limite de tentativas. E um limite de tolerância. Mais do que nunca decidi que não vou sofrer por coisas desnecessárias, não por tomar uma atitude cagativa mas sim por não permitir que ultrapassem o meu limite. Decidi que não sou mais boneca de ninguém. Decidi meter as pessoas no seu lugar pois sinceramente não sou nenhum traste desnecessário à vida. E vou prová-lo.
sábado, 17 de março de 2012
mlg
Às vezes, o melhor que uma pessoa pode fazer por outra é deixá-la ser feliz. Não forçar um sentimento só porque ele não é correspondido. Isso fará pior. Há que saber quando é que chegou ao limite, por muito pouco tempo que tenha durado. O limite é quando existe alguém a virar as costas, a pôr barreiras, a pedir encarecidamente que nos afastemos. É frustrante perceber que não deveríamos ter criado qualquer expectativa que fosse só porque tinha potencial de ser algo grande e fantástico. Porque talvez essa expectativa, essa crença, esse sentimento pertencesse a apenas uma pessoa, quando ingenuamente acreditávamos que pertencia às duas. Mas quem sou eu, para me julgar que seria sempre bem-vinda na tua vida como tu és na minha? Quem sou eu para achar que uma vez criado algo especial, não há possível destruição? Realmente só o tempo solidifica, e eu estúpida achei que desta vez era diferente. Porque tu és diferente e eu sou diferente e porra... Acreditei, sabe-se lá porquê. Geralmente sou desconfiada com as pessoas, todas, e contigo nunca fui. Sempre pareceu fácil e fluído aquilo que eu considerava já ser uma amizade que, como te disse, não tenho muitas. Mas habitualmente dou de caras com uma ilusão, apenas não estava à espera de que parecesse tão real.
A verdade é que sinto a tua falta e nem precisas de estar presente fisicamente.
E a ti, não te fará a mínima impressão a minha ausência.
quinta-feira, 15 de março de 2012
devaneios da metamorfose II
Não considero falsa uma pessoa que mude ao evoluir. Considero falsa uma pessoa que finge ser quem não é. Ora, quando uma pessoa afirma que deixou de amar alguém pois a pessoa amada mudou muito é porque quem amou, amou por aquilo que a outra pessoa era e não por quem essa pessoa era. É difícil explicar isto, mas quem o sente, sei que me entende perfeitamente. Quando amamos alguém por quem ela é, não há nada que nos faça deixar de a amar. Pode, contudo, fazer com que deixemos de querer estar com ela. Mas amar... Oh, amar é algo que merece outro valor. O amor é uma ligação transcendente a tudo o que existe. E uma pessoa pode mudar, nada muda. Pode-se transformar, nada muda também. Apenas talvez, a nossa vontade de continuar com ela. Porquê? Porque uma coisa é saber que tudo o que queremos é estar com aquela pessoa, outra completamente diferente é condenar-nos à miséria e infelicidade por amarmos demais quem nos ama de menos.
Não vejo a mudança como algo negativo. Afinal, quando a lagarta se entrega à metamorfose acaba por se transformar numa linda borboleta. E o estado em que tudo muda, tudo acontece chama-se crisálida. Felizmente, a vida humana não é tão efémera como a de uma borboleta. Por isso, talvez passemos por várias crisálidas na nossa vida. E talvez também haja algo que nos marca mais do que qualquer crisálida consegue mudar. Tu és uma dessas marcas.
quarta-feira, 14 de março de 2012
devaneios da metamorfose.
Estes dias de sol acalentam-me a alma. Têm um qualquer toque especial de me darem instantaneamente paz de espírito. Meus cabelos negros transformam-se num vermelho que nem é forte, nem transparece fraqueza, quando o sol beija as suas ondas capilares. É assim que começa uma paixão. Nem é tão forte que se admita, nem é tão fraca que se consiga esconder.
Lembro-me então do dia em que te conheci. Parecia uma criança. Os meses anteriores tinham sido a minha recuperação emocional e quando te conheci posso dizer que era feliz. Uma criança feliz e inocente. Desconfiada, mas ingénua. Era um dia como o de hoje em que o sol está beijoqueiro e todos os nossos sentidos se elevam e se deixam levar. Lembro-me da minha incredulidade quando me confessaste um sentimento maior. Talvez hoje continue incrédula porque uma pessoa como tu não gosta de uma pessoa como eu. Tu não gostas de marcar horas, mas gostas de marcar planos. Eu gosto de marcar horas sem planear nada para elas. Eu adoro falar sobre a vida e sentimentos, sentir-me radiante por ter encontrado uma resposta a uma pergunta existencial. Tu não gostas de pensar demais, nem que eu pense demais. Tu vais vivendo a tua vida por ti e para ti, ser a personagem principal (e única?) da tua própria história. Eu anseio partilhar a minha história e aquele feixe de luz do holofote com alguém que complete a minha vida. Afinal, um bom filme não se faz com uma só personagem. Por vezes, pergunto-me se quando isto acontece as pessoas se completam realmente ou se as divergências provocam um choque impossível de digerir durante o resto da vida. Como é que algo pode fluir se tiver de haver algum sacríficio? Eu acredito que quando há amor, um esforço não é um sacríficio. Quando passa a ser, se calhar o amor já morreu.
Ando a ler este livro que aborda os assuntos mais difíceis de falarem comigo: a Igreja, a homossexualidade e o verdadeiro amor. Ninguém sabe o que é o verdadeiro amor até encontrá-lo, mas saberá amar o melhor que pode. A Igreja para mim é uma hipocrisia, apesar de frequentá-la. (Talvez eu própria seja um hipócrita do caraças!). A homossexualidade e a heterossexualidade para mim são só maneiras de classificar as pessoas. Ninguém escolhe quem ama. Nós amamos uma pessoa, não um homem ou uma mulher. Nós amamos quem essa pessoa é, e não aquilo que ela é. E não sei quem é a Igreja para limitar a nossa capacidade de amar quando Deus ama incondicionalmente homens e mulheres. E, sinceramente, não há nada melhor que sermos amados por quem realmente somos. O que infelizmente às vezes acontece é sermos amados por aquilo que somos, até que um dia deixamos de ser. Isto porque as pessoas mudam. As pessoas crescem.
Continua...
terça-feira, 13 de março de 2012
encontros de cinco minutos.
Era um domingo de almoço em família. Desde que a vida me deu uma carga de porrada que comecei a aproveitar e apreciar melhor os momentos com aqueles que, apesar de só me conhecerem pela genética, gostam genuinamente de mim. Sabem do meu feitio e já passaram por muitas vergonhas à minha pala, no entanto sem nunca me virarem costas. Fomos almoçar a Carnide, comer daqueles pratos em que nós é que cozinhamos a carne. Chamam-lhe naco na pedra. Realmente é um naco, realmente nós é que o cozinhamos em cima da pedra, mas isso não os impede de nos cobrarem 12€ por cada um. As pedras devem estar caras, penso eu naquele tom sarcástico que ninguém tem paciência para aturar o dia inteiro.
Ela queria ver-me e eu queria vê-la. A distância geográfica é uma coisa lixada quando não se possui carro ou dinheiro para os transportes. O tempo também é uma coisa tramada. Se já tenho pouco tempo para os amigos que moram relativamente perto de mim, como é que arranjo para aquela que mora a uma viagem de autocarro, outra de comboio e uma de metro em que ainda tenho de trocar de linha? Digamos que a umas duas horas de distância. Mas o almoço foi combinado à última da hora e ia ser pertíssimo da casa dela. Era a oportunidade perfeita de aproveitar para conversar com uma das pessoas com quem me sinto mais à vontade para ter as minhas filosofias, nem que fossem só 5 minutos.
E foram só 5 minutos, mas que me souberam pela vida. Já há muito tempo que ninguém me abraçava por me ver ou dizia que gostava imenso de mim à frente dos meus pais. Ela é daquelas pessoas com que se cria empatia logo de início. E eu quero lá saber da sua bagagem. A bagagem dela é a sua história e eu sempre gostei de ouvir histórias. Lá vinha ela a virar a esquina apressadamente para me ver. Comeu à pressa e veio a passo acelerado só para estar comigo aqueles 5 minutos. É giro ter amizades destas. Ainda não consigo explicar como me sinto tão à vontade para falar da minha vida e ao mesmo tempo ter as ditas conversas inteligentes. Esta amizade despertou em mim a saudade da pessoa alegre que eu era antes, bem como a vontade de aprender e de voltar a devorar livros como antigamente. Fez renascer também a vontade de escrever. Ela entende-me. Outras vezes não entende, mas sei que não é por mal. Eu própria não me entendo. Mas interessa-se, sem segundas intenções. E, juro, há tanto tempo que já não me sentia minimamente interessante...
Ali estava ela, com o seu cigarro, a acompanhar-me até ao carro, estacionado nos confins do mundo, só porque era a única maneira de estar mais uns minutinhos a falar comigo. Despedimo-nos. Ela despediu-se dos meus pais. E voltei a despedir-me dela, com a promessa de combinar algo para breve que há coisas que não se contam por telefone. Quando ela se vira para ir embora bate com a testa num poste e eu parto-me a rir.
Há muito tempo que não via ninguém a ir contra um poste.
segunda-feira, 12 de março de 2012
ela.
Ela é daquelas pessoas que por vezes esquece o quanto vale. Deixa-se levar pelo que dizem dela, principalmente aqueles de quem ela mais gosta. Torna-se assim vulnerável. Mas a verdade... A verdade é que ela, embora chore, tem dentro de si uma força capaz de aguentar as mais catastróficas tempestades. Isso não quer dizer que ela as queira ou que os outros possam abusar desta sua capacidade. Ela não é pessoa de desistir. Aliás, é capaz de ser a pessoa mais teimosa à face da terra e à conta disso, magoa-se muitas vezes. Odeia mentiras, é capaz de ser a única coisa que a realmente põe fora de si mesma. Isso e a falta de respeito. Mas sabe perdoar. Sempre teve uma enorme paciência e persistência, mas quando percebe que chegou a hora de não tolerar mais, ela não tolera mais. Ela não perde oportunidades de estar contigo, ela é uma sorte na tua vida. É capaz de te dar até o que não pode. Não fica à espera que tu adivinhes o que ela sente, pura e simplesmente diz-te da forma mais directa possível. E se tu não gostas, ao menos dá-te por feliz por ela não te enganar ou iludir.
Ela gosta de se sentir desejada. Mas não por um qualquer, por aquele que ela quer. É daquelas pessoas que por mais orgulhosa que seja, é capaz de abdicar do seu orgulho para sair de casa e ir comprar um miminho para a pessoa que está doente, por mais piursa que esteja com ela. Daquelas que guarda as mensagens queridas para ler em momentos de tristeza e desilusão. Ela é muito desconfiada, demora muito tempo a criar confiança numa pessoa. Demora um pouco mais a reconstruí-la após quebrada. Mas nada que tempo e empenho não resolvam. Por vezes não sabe impôr limites às pessoas e, talvez por isso, algumas lhe faltem ao respeito. A capacidade de pedir desculpa e mostrar arrependimento é das que ela mais valoriza.
Ela já foi lembrada como "a miúda que se está sempre a rir" e adora estar na companhia de pessoas que transmitam boas energias. A humildade é um valor que ela considera raro hoje em dia, mas que tenta mantê-lo em si. Adora aprender com os outros, sejam eles pessoas ou animais. Para ela, o ser mais perfeito é o cão, com os seus valores de fidelidade e dedicação, demonstrando um amor puro e genuíno. A saudade é o sentimento com o qual menos sabe lidar. Às vezes sente saudade de si mesma. Detesta sentir-se presa. Ela é aquela míuda impulsiva e que por vezes perde o controlo de si mesma, mas isso só acontece por sentir tudo com uma enorme intensidade. Há quem a ache demasiado sensível, mas enquanto ela se importar, acredita... É óptimo. Quando ela já não quiser saber, já não há nada a fazer. Por vezes, encontra-se entre o "importar-se" e o "seguir em frente", por isso ela isola-se até que algo milagroso a leve a tomar uma decisão. Há uma coisa que ela não suporta: que lhe dêem esperanças que não passem disso mesmo. Para ela, as acções têm de corresponder às palavras. Quando isto não acontece, geralmente dá mais importância às acções.
Ela é uma pessoa genuína, com um feitio complicado mas extremamente agarrada aos seus princípios e valores. É a pessoa mais fiel que alguém pode encontrar. Só que por vezes não sabe quem ela própria é. Dizem-lhe que ela é uma coisa pior do que ela sabe que, no fundo, é. Tem a maior fé do mundo. Tem as suas idiossincrasias. Mas sente demais, pensa demais, especula demais. a sua grande desilusão é perceber que a pessoa por quem ela estaria disposta a fazer tudo, não está disposta a fazer nem metade. Por ela. Às vezes, fazem-na sentir como se ela fosse o problema. Se calhar, é. Mas na verdade, duvido imenso. Ela acredita que um dia alguém a achará perfeita.
Ela por vezes sou eu.
sábado, 10 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
our day. women!
Hoje é dia de dar valor às mulheres da nossa vida. Apesar de devermos fazê-lo todos os dias, hoje é um dia especial em que tudo o que elas são deve ser valorizado. Um homem que saiba apreciar e valorizar os pequenos pormenores e os grandes de uma mulher é um homem sábio. E não acho que seja assim tão feminista por dizer isto...
It's a man's world but it would be nothing
Without a woman or a girl...
It's a man's world but it would be nothing
Without a woman or a girl...
quarta-feira, 7 de março de 2012
it doesn't, it does.
Rejection doesn’t hurt, expectation does.
Lying doesn’t kill, denial does.
Forgetting doesn’t heal, forgiving does.
terça-feira, 6 de março de 2012
para ti, para mim, para nós - sis ♥
Diz-lhe que não,
diz-lhe que tudo acabou
Que é sempre mais feliz
aquele que mais amou
Chega de juras de amor
Promessas de amor eterno
Para algum tempo depois
Voltarmos ao mesmo inferno
Por vezes é mesmo assim
Não há outra solução
Doi muito dizer que sim
Doi menos dizer que não
Diz-lhe que não,
diz-lhe que tudo acabou
Que é sempre mais feliz
aquele que mais amou
Diz-lhe que chega de ouvir
as frases habituais
Chamam-me a maior paixão da vida,
coisas banais
Maior ou não pouco importa
Ser a única isso sim
Diz-lhe que não me enganou
Enganou-se ele por mim.
(Isto cantado e tocado pelos Donna Rita ainda é mais giro, só é pena ainda não terem gravado.)
meia hora do vosso tempo por uma causa maior :)
Quero tanto fazer parte de algo assim! Algo que possa fazer do mundo um lugar melhor para se viver...
uma música sobre a importância da comunicação :)
Há muito tempo que não me emocionava com uma música. Esta foi, sem dúvida, a melhor cover que já ouvi desta canção. Dá-me força, acalenta-me o espírito, diz-me algo muito profundo. Não sei explicar o quanto esta música me faz sentir, o quanto significa para mim, desde a letra ao solo. Tudo.
Agora que tenho todo o tempo do mundo.
conselhos preciosos.
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Fernando Pessoa
segunda-feira, 5 de março de 2012
crisálida.
Metamorfose significa "mudar para além da forma"; uma simples mudança de forma é apenas uma transformação.
"A crisálida é o símbolo da transformação interior. Sabes quando uma lagarta (por exemplo, uma lagarta de borboleta) faz o seu casulo? Enquanto está lá dentro é uma crisálida, está a transformar-se progressivamente em algo diferente do que era dantes, mas sem perder a sua "identidade" e num estágio intermédio, em que não é nem lagarta, nem borboleta."
É, eu estou assim.
sábado, 3 de março de 2012
acordar.
Ontem acordar foi péssimo. Hoje acordar foi mais ou menos mau. Amanhã será mais ou menos normal. E por aí em diante. Graças à Leonor, à Kika e à Inês.
'Se deixei de acreditar no amor? Nunca.'
Ninguém é de ninguém.
sexta-feira, 2 de março de 2012
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