segunda-feira, 29 de março de 2010

Qui a le droit?

Simplesmente fantástico, das minhas músicas preferidas de sempre. Esta versão está magnífica, de um concerto de Les Enfoirès, que é o nome atribuído a um grupo variável de artistas franceses que todos os anos realiza concertos de solidariedade em França e cujos lucros revertem inteiramente a favor da organização Restos du Coeur.


A Restos du Coeur ('Restaurantes do Coração') foi fundada por Coluche (Michel Gérard Joseph Colucci) em 1985, um humorista e activista pelos direitos sociais nascido em Paris, e dedica-se a distribuir refeições à população com menos posses. (retirado da Wikipédia)

Lembrei-me disto porque fui, na sexta, visitar uma grande amiga minha que nos deu isto em algumas aulas de Francês e como é uma das músicas que mais me marcou há dois anos, decidi partilhar :p




Qui a le droit, qui a le droit
Qui a le droit d'faire ça
A un enfant
qui croit vraiment
C'que disent les grands
On passe sa vie à dire merci
Merci à qui, à quoi ?
A faire la
pluie et le beau temps
Pour des enfants à qui l'on ment

quinta-feira, 25 de março de 2010

Frase do dia:

Que escândalo :|

terça-feira, 23 de março de 2010


Do it your way #

sábado, 20 de março de 2010

you should believe it :

If it's worth having, it is worth fighting for #

sexta-feira, 19 de março de 2010

meu irmão @

@ndré o_O diz:
mas so mt novo
para me tar a prender a alguem
sim
mas tu es o amor amor lol

Marga welcome to the world, petra : D # diz:
ninguem disse p te prenderes a ngm xp
ohhhhhhhhhhhh
meu fofinhooo
:'D

@ndré o_O diz:
k keres eu amo te de uma forma doida


AMO-TE meu irmão @

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ask me anything ahaha

http://formspring.me/margas

domingo, 14 de março de 2010

Done - part II

40 - Fazer testes psicotécnicos

Fui falar com a Drª Carmén e fiz os testes. Uma semana e meia depois recebi os resultados e concluí que devia estar em Humanidades. Entretanto, decidi anular Matemática, o que devo fazer até ao fim do 2º Período. Descobri que sou um caso problemático, porque gosto de muitas coisas completamente diferentes, e vou ter de voltar lá no 3º Período. Contudo, embora não pareça, já foi uma luz no meu caminho e em princípio devo ir para a Escola Superior de Comunicação para o curso de AudioVisual e Multimédia.


62 - Voltar a ir à shisha

Com Luanna, Soraia e Pedro, no Tuareg. Shisha de melão e shisha de coco, uma sem alcoól e outra com alcoól. Yhami! :b


64 - Reencontrar-me com alguém que não veja há mais de dois anos

Com o meu ex-primo Rui, já não o via desde o meu 5º ano. História longa e complicada, com muitos escandalos pelo meio. Telefonou-me a dizer que estava a vir para Lisboa e que queria ver-me. Fomos à Pastelaria Garret tomar o pequeno almoço. Abraçou-me uma data de vezes, mas estava super diferente. Demasiado fútil para o meu gosto. Mas eu adoro-o, lá no fundo. Mexeu demasiado comigo, mas uma semana depois cá estou eu recuperada. Não me parece que o repita tão cedo.


74 - Andar de patins pelo menos 4 vezes [2/4]

Já estou com o bichinho dos patins outra vez :D

sábado, 13 de março de 2010

inspiração do dia

"Não perca mais tempo com o que não faz a vida valer a pena."

faca de dois gumes

De tempos a tempos, somos bombardeados com mensagens a incentivar a demonstração diária do nosso afecto. A valorização daqueles que nos são próximos. Dizer "amo-te" uma vez por dia... Num século caracterizado pelos workaholics, pelo "ou comes ou és comido" e pela sobrevivência, talvez o melhor fosse impingir o Mundo com estas mensagens como a publicidade nos impinge horas dela mesma. Talvez o Mundo fosse um lugar um bocadinho melhor para se viver.

Mas, como tantas outras coisas, esta situação é como uma faca de dois gumes: quem é que determina o limite entre a valorização do amor (seja ele qual for) e a banalização do mesmo (e consequente perda de valor) ? Pois é, eu tenho uma teoria quanto a isso. Quanto mais dizemos que amamos, menos valorizam o nosso amor. "Amo-te" torna-se tão vulgar e banal, e igualmente sinónimo de fatalidade do seu real significado.

E agora, em que é que ficamos? Deixo ao vosso critério...

quinta-feira, 11 de março de 2010

- antes de te conhecer -

São voltas e voltas dadas pela minha cabeça; dúvidas que me percorrem a alma. A tal e tão usual altura em que não sabemos qual o nosso caminho, mas que a impaciência nos impede de ficar parados à espera do tempo. Sabedoria não é nada, se não houver a experiência. Daí não podermos seguir estritamente as lições dos outros. Temos que criar as nossas próprias lições, mesmo que isso soe a perda desse tão valioso e curativo tempo. Não entendo; não me peçam para entender algo que nunca vivi. Não me peçam para confiar, se vou de olhos fechados. Constantemente nos entregamos a estranhos, que dizemos ser a pessoa que amamos. E quando nos entregamos sem amar? Ou quando amamos sem nos entregar? Na pior das hipóteses, entregamo-nos amando quem nos deixa escapar dos seus braços, indo também de focinho ao chão.

E assim faz-se uma bola de confusão, incertezas, perguntas sem resposta, palavras vazias, arte dispersa.. Onde está então, o principe encantado que nos salva do perigo? Não existe. Mas pode sempre existir alguém que nos estende a mão, nos abre uma porta e nos mostra um mundo totalmente novo. Só preciso desse alguém...

state of mind



She's got the voice of an angel :) You should listen to it until the end.

J'Lostein message:



Hi there!
I am SO sorry I took so long, things have been extra hectic this month, again, SO sorry T_T

Oh my, I do hope I go far... I'm going to need all the help I can get! Ha, I've heard a few times that I am indeed very Aquarian, though I'm not even sure what a true Aquarius is supposed to be like xD Maybe you could help me out there?

You do seem a very interesting person to talk to. I enjoyed your letter and reading a bit about you :)

terça-feira, 9 de março de 2010

state of mind

Surdas as minhas palavras em ti, consequência de fracasso da tentativa de uma sintonia do nosso ser. Ou de uma mínima reacção que fosse. Nunca acreditei nessa tua aérea forma de estar, nesse teu pouco querer em ser algo mais que a tua própria distracção, nessa tua falta de entrega. És o meio termo entre uma pessoa que está viva e uma pessoa apaixonada pela vida. Estás ali, naquele momento; falta-te o depois da noite, o que vem a seguir aos episódios repetidos desta nossa história. És uma corrente invisível que me prende pelo meu ponto fraco, impedindo-me de usar a minha força para quebrá-la, ou sequer a minha invulgar persistência. Mas sabes que mais? É ao virar as costas a essa parede que te é tão semelhante, que vejo a chave que procuro para me largares. E depois..

É só esticar-me um bocado até ela.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Um dia..

fotografia by: inês ribeiro

« Se eu pudesse, levava-te agora para casa, sentávamo-nos à lareira a conversar, explicava-te porque é que um dia reparei que existias e sem querer me esqueci do meu coração entre os teus dedos;
Se eu pudesse... mas não posso, porque ninguém caminha sozinho, uma ponte só se constrói se as duas margens deixarem e o rio só corre se a corrente o empurrar. E eu não sou mais do que uma gota de água nesse rio parado, uma peça perdida de uma ponte desmantelada, um mapa riscado que se esqueceu de todos os caminhos, uma folha em branco que perdeu a caneta, um estandarte sem bandeira, uma voz sem som, uma mão sem a outra.

Falta-me a tua voz, o teu desejo, o teu querer, o teu poder.
Falta-me uma parte de mim que te dei e que agora já não podes devolver.
Um dia ainda havemos de nos entender. »

sábado, 6 de março de 2010

16 - Passar o melhor aniversário de sempre [um vídeo]



Karaoke no Heat Club, no meu jantar de anos. André e Luís a cantar (assassinando) "A Paixão" de Rui Veloso, com o apoio do coro que cantava numa tentativa de eles entrarem no tom certo da música, e no fim a dedicarem-ma xp. OBRIGADA!

quinta-feira, 4 de março de 2010

um pequeno aparte


"Fui sabendo tantas vezes sem saber como, ficar na vida dele, apesar de todas as previsões e contrariedades, até fazer parte da família e ele olhar para mim e sentir que estaria ali para sempre, à espera dele, consoante o que ele quisesse, sempre disponível, sempre próxima, sempre à espera.

Será que estou finalmente a aprender que quem espera raramente alcança?"

quarta-feira, 3 de março de 2010

Estrada do (sem) fim

Um desvio na rua e a minha sombra sozinha.
Um instante de abandono desse amor de lume brando.
Senti alheia pulsação como sendo minha
De tão perto te sentir distante.

Debaixo do néon pálido, do luar,
Dois bancos de amizade num jardim.
Nosso, o tempo que não soube esperar
Sempre longe de tudo, sempre perto do fim.

Meu sétimo céu e anjo perdido,
Doce encanto de gestos nunca iguais
Pedaço de um choro escondido,
Será Inferno, será Divino?
Para sempre ou nunca mais...

Nos meus restos de alma, um sonho acordado
De minha entrega em braços teus.
Ontem, demorado, beijo de um desejo apertado
Nada mais que um caminho cansado.
Hoje, um discreto adeus.

Margarida