"E pimbas pimbas pimbas"
"Lib die sekunde HAN HAN HAN"
"O mini-tom chama-se Mariana "
"Epa, 90% das pessoas aqui são gajas , bora ficar de soutian!"
"Fizemos amizade com o segurança Pedro e com o Eugénio"
"PERFEITOOOOOO"
[MOCHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE]
segunda-feira, 30 de junho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Pensamento - o tal
Dei por mim a pedir desejos a velas de encontrar o homem perfeito.
Sim, total criança, mas todas o fazemos.
E começaram os indiscritíveis dias de Verão, muito sol, muita praia, muito reggae, muito peace & love. Muita paixão.
Os ares do Verão deixam-me apaixonada por si só.
Foi então que comecei a olhar para outra pessoa com outros olhos. Atracção, por assim dizer. Fui lembrando de todas as vezes que disse que ele tinha sido o "único a isto e aquilo". Passaram dias e dias, tudo foi mudando, fomos descobrindo... Até ao dia antes de falar com a minha Sisi, em que me apercebi que não conseguia esquecer certos aspectos na minha vida. E foi quando falei com ela que tudo se tornou mais claro.
De que nos serve o homem perfeito que todas desejamos, se ele não é "o tal"?
Um dia fartamo-nos, cansamo-nos, o amor que se nutre (não pela pessoa em si, mas pelas suas qualidades e perfeições) morre aos poucos. Um dia podemos vir a mudar de opinião quanto a essas qualidades. O mundo e a vida são uma constante mudança, e hoje podemos ser algo e amanhã algo completamente diferente.
Mas com "o tal"... Tudo é diferente, o amor é o que une. Amamos todas as imperfeições, e amamo-nos genuinamente. Pode ser a pessoa que mais nos magoou, a pessoa que mais nos deu para trás. Mas se o amor existir, isso passa. E como sabemos que é "o tal"? Muitos dizem que é o coração, mas acho isto demasiado abstracto. Quando te deres conta que és capaz de tudo pelo "tal", mesmo que ele não te ame, mesmo que ele ame outra pessoa e que outra pessoa o ame. ..
Nunca a frase "ser forte é amar em silêncio" fez tanto sentido, mas ainda mais sentido faz a boca do povo que diz "se o amas, deixa-o ser feliz mesmo que não seja contigo". E é esta a forma mais forte de amar, a maior prova de amor de todas. Não é seguir em frente, porque quando amas mesmo simplesmente não consegues seguir em frente. Esta é a maior prova de amor e a maior prova de amizade, raramente de conhecimento alheio e ainda mais raramente de reconhecimento alheio.
Mas é aí que passamos momentos, com outras pessoas, que nos fazem sentir tão bem e estacamos no meio da rua com a indecisão do acto seguinte. Da minha indecisão, surgiu o verbo "esperar". Ou então o já moderno e usual "deixa andar".
Não há nada mais a fazer.
E é isto que acontece, quando tens a plena convicção de que sabes quem é "o tal" e deparas-te com o homem perfeito.
Sim, total criança, mas todas o fazemos.
E começaram os indiscritíveis dias de Verão, muito sol, muita praia, muito reggae, muito peace & love. Muita paixão.
Os ares do Verão deixam-me apaixonada por si só.
Foi então que comecei a olhar para outra pessoa com outros olhos. Atracção, por assim dizer. Fui lembrando de todas as vezes que disse que ele tinha sido o "único a isto e aquilo". Passaram dias e dias, tudo foi mudando, fomos descobrindo... Até ao dia antes de falar com a minha Sisi, em que me apercebi que não conseguia esquecer certos aspectos na minha vida. E foi quando falei com ela que tudo se tornou mais claro.
De que nos serve o homem perfeito que todas desejamos, se ele não é "o tal"?
Um dia fartamo-nos, cansamo-nos, o amor que se nutre (não pela pessoa em si, mas pelas suas qualidades e perfeições) morre aos poucos. Um dia podemos vir a mudar de opinião quanto a essas qualidades. O mundo e a vida são uma constante mudança, e hoje podemos ser algo e amanhã algo completamente diferente.
Mas com "o tal"... Tudo é diferente, o amor é o que une. Amamos todas as imperfeições, e amamo-nos genuinamente. Pode ser a pessoa que mais nos magoou, a pessoa que mais nos deu para trás. Mas se o amor existir, isso passa. E como sabemos que é "o tal"? Muitos dizem que é o coração, mas acho isto demasiado abstracto. Quando te deres conta que és capaz de tudo pelo "tal", mesmo que ele não te ame, mesmo que ele ame outra pessoa e que outra pessoa o ame. ..
Nunca a frase "ser forte é amar em silêncio" fez tanto sentido, mas ainda mais sentido faz a boca do povo que diz "se o amas, deixa-o ser feliz mesmo que não seja contigo". E é esta a forma mais forte de amar, a maior prova de amor de todas. Não é seguir em frente, porque quando amas mesmo simplesmente não consegues seguir em frente. Esta é a maior prova de amor e a maior prova de amizade, raramente de conhecimento alheio e ainda mais raramente de reconhecimento alheio.
Mas é aí que passamos momentos, com outras pessoas, que nos fazem sentir tão bem e estacamos no meio da rua com a indecisão do acto seguinte. Da minha indecisão, surgiu o verbo "esperar". Ou então o já moderno e usual "deixa andar".
Não há nada mais a fazer.
E é isto que acontece, quando tens a plena convicção de que sabes quem é "o tal" e deparas-te com o homem perfeito.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
De stora Marie ='D
" Est-il possible vous oblier? ... Jamais. L'importance de vos mots, vos regards, de vos messages est incalculable. Vous êtes vraiment précieuse à mes yeux et vous savez que vous avez en moi une amie.
Bisous .
Marie-Reine "
Amei o abraço =')
Bisous .
Marie-Reine "
Amei o abraço =')
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Para Catarina Vasconcelos
Tiveste na mão duas pulseiras do Bonfim da Baía: uma para ti e outra para mim.
Com isto quero representar a nossa amizade. Escolhi a cor azul porque é a cor do mar. Sim, o mar. A praia. Onde passámos os melhores e os piores momentos.
Lembras-te? Foi onde nos encontrávamos para desabafar, ou simplesmente, para passear. E acho que o mar é o símbolo mais adequado à nossa amizade.
Adoro-te
Ps. viva a terapia dos calhaus ^^
Com isto quero representar a nossa amizade. Escolhi a cor azul porque é a cor do mar. Sim, o mar. A praia. Onde passámos os melhores e os piores momentos.
Lembras-te? Foi onde nos encontrávamos para desabafar, ou simplesmente, para passear. E acho que o mar é o símbolo mais adequado à nossa amizade.
Adoro-te
Ps. viva a terapia dos calhaus ^^
(L)
"Mas era importante"
"Ok ok"
"Também até parece que faço muita falta aí, é só hoje"
"Sempre fizeste"
:$
"Ok ok"
"Também até parece que faço muita falta aí, é só hoje"
"Sempre fizeste"
:$
sábado, 14 de junho de 2008
Pensamento
Hoje vi uma série chamada "Amor no Alasca". Não é algo que eu faça questão de acompanhar, mas gosto de a ver.
"Quando libertamos o que amamos, podemos mesmo confiar que voltará para nós?",
foi o que uma das personagens principais disse.
Isto dá que pensar. Quando amamos alguém, devemos dar espaço. Mas... Será que essa(s) pessoa(s) voltará para dizer que nos ama também? Ou voltará sequer?
É verdade que as relações humanas podem ser chamadas de "laços", de amizade, companheirismo, amor... Mas nunca podemos garantir que esse laço seja realmente duradouro. A palavra "laço" só por si é uma palavra suave, que parece estar prestes a ser levada pelo vento.
É injusto e pouco verdadeiro se transformarmos esses laços em correntes.
Como já se devem ter apercebido, estou numa fase em que vou separar-me de muitas pessoas de quem eu gosto bastante. Por mais que tentemos ignorar e dizer que podemos ver-nos, mesmo que seja menos vezes, vai mudar. Pouco e pouco, os laços tornam-se simples fitas, salvo raras excepções. As grandes amizades passam a ser simples amizades, por exemplo.
Nós amamos as pessoas, mas também amamos a relação que temos com essas pessoas.
É nesses momentos, perto da separação, que temos tendência a formar correntes, para que, de algum modo, nada mude. E será que não muda? Perdão, será que é correspondido sequer?
Falando de mim própria, devo ser a pessoa mais estranha em relação às saudades. Dou-me mal com elas, sei lá apego-me às pessoas e reajo bastante mal a separações.
É óptimo saber que estamos, digamos, no mesmo "nível" de expectativa da relação, por assim dizer. Ter o mesmo horizonte, querer o mesmo.
Mas mau, é quando damos demasiada importância a quem nos dá de menos. Ou quando, inocentemente, não têm grande expectativa para que uma relação cresça mesmo com a distância. Uma espécie de "não faz mal ficarmos por aqui, já foi bom". Não! O ser humano tem de ser ambicioso e querer mais do que simples recordações. Tem de viver e acreditar que tudo é possível.
A pergunta é: se eu te libertar, vais querer voltar para mim?
Provavelmente terei saudades tuas, e acho que preciso de saber isso.
"Quando libertamos o que amamos, podemos mesmo confiar que voltará para nós?",
foi o que uma das personagens principais disse.
Isto dá que pensar. Quando amamos alguém, devemos dar espaço. Mas... Será que essa(s) pessoa(s) voltará para dizer que nos ama também? Ou voltará sequer?
É verdade que as relações humanas podem ser chamadas de "laços", de amizade, companheirismo, amor... Mas nunca podemos garantir que esse laço seja realmente duradouro. A palavra "laço" só por si é uma palavra suave, que parece estar prestes a ser levada pelo vento.
É injusto e pouco verdadeiro se transformarmos esses laços em correntes.
Como já se devem ter apercebido, estou numa fase em que vou separar-me de muitas pessoas de quem eu gosto bastante. Por mais que tentemos ignorar e dizer que podemos ver-nos, mesmo que seja menos vezes, vai mudar. Pouco e pouco, os laços tornam-se simples fitas, salvo raras excepções. As grandes amizades passam a ser simples amizades, por exemplo.
Nós amamos as pessoas, mas também amamos a relação que temos com essas pessoas.
É nesses momentos, perto da separação, que temos tendência a formar correntes, para que, de algum modo, nada mude. E será que não muda? Perdão, será que é correspondido sequer?
Falando de mim própria, devo ser a pessoa mais estranha em relação às saudades. Dou-me mal com elas, sei lá apego-me às pessoas e reajo bastante mal a separações.
É óptimo saber que estamos, digamos, no mesmo "nível" de expectativa da relação, por assim dizer. Ter o mesmo horizonte, querer o mesmo.
Mas mau, é quando damos demasiada importância a quem nos dá de menos. Ou quando, inocentemente, não têm grande expectativa para que uma relação cresça mesmo com a distância. Uma espécie de "não faz mal ficarmos por aqui, já foi bom". Não! O ser humano tem de ser ambicioso e querer mais do que simples recordações. Tem de viver e acreditar que tudo é possível.
A pergunta é: se eu te libertar, vais querer voltar para mim?
Provavelmente terei saudades tuas, e acho que preciso de saber isso.
Sometimes it's hard to love me
Sometimes it's hard to love you too
I know it's hard believing
That love can pull us through
It would be so easy
To live your life
With one foot out the door
Just hold me baby
Till we ain't strangers anymore
It's hard to find forgivness
When we just turn out the lights
It's hard to say you're sorry
When you can't turn off the light
It would be so easy
To spend your whole damn life
Just keeping strong
Sometimes it's hard to love you too
I know it's hard believing
That love can pull us through
It would be so easy
To live your life
With one foot out the door
Just hold me baby
Till we ain't strangers anymore
It's hard to find forgivness
When we just turn out the lights
It's hard to say you're sorry
When you can't turn off the light
It would be so easy
To spend your whole damn life
Just keeping strong
Karma
| Score: 9 In general, you tend to create poitive actions. You have a caring personality which gives you positive Karma. Every now and then you slip up and harvest negative Karma. But, all in all, you follow lines similar to the Monks on their way to enlightenment. |
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Vivo o tempo
Eu vivo com o tempo, pelo tempo e no tempo.
Vivo com o tempo que passa bem devagarinho, minuto a minuto. Com o tempo que aprendo e cresço. Vivo com os raios de sol a beijarem a minha face, com o calor que desperta a alegria em mim e com a brisa quente que me traz a sensibilidade.
Vivo pelo tempo que passa bem devagarinho, minuto a minuto. Pelo o tempo que me é dado a aproveitar os pequenos e os grandes momentos de cada amizade da minha vida. Vivo pelo tempo em que o sol escurece a minha pele, pelo calor que traz consigo o descanso, pela brisa quente que leva os momentos e volta com as recordações.
Vivo no tempo que passa bem devagarinho, minuto a minuto. Vivo no momento, no milésimo de segundo, no instante. Vivo nessa porção de tempo em que o verbo mais apropriado é "sentir". Vivo no sol que quer ver o mar brilhar, no calor de um "boas férias", na brisa quente de um "PARA SEMPRE" @
Vivo com o tempo que passa bem devagarinho, minuto a minuto. Com o tempo que aprendo e cresço. Vivo com os raios de sol a beijarem a minha face, com o calor que desperta a alegria em mim e com a brisa quente que me traz a sensibilidade.
Vivo pelo tempo que passa bem devagarinho, minuto a minuto. Pelo o tempo que me é dado a aproveitar os pequenos e os grandes momentos de cada amizade da minha vida. Vivo pelo tempo em que o sol escurece a minha pele, pelo calor que traz consigo o descanso, pela brisa quente que leva os momentos e volta com as recordações.
Vivo no tempo que passa bem devagarinho, minuto a minuto. Vivo no momento, no milésimo de segundo, no instante. Vivo nessa porção de tempo em que o verbo mais apropriado é "sentir". Vivo no sol que quer ver o mar brilhar, no calor de um "boas férias", na brisa quente de um "PARA SEMPRE" @
melhores raparigas
Uma vez mais ponho uma fotografia das melhores raparigas.
Na outra, faltava a Madalena. Eu sei que ela gosta imenso da turma.
Aqui falta a Joana, mas é como se não faltasse porque foi ela que quis ficar a um canto. Ela é que já não quer saber, e diz que a turma e aquela escola é uma merda. Pior disto tudo, é que eu gosto imenso dela, mas ela quis afastar-se de mim, imagino pelas razões mais estúpidas.
Whatever: só faz falta quem cá está =D
Vocês são o orgulho desta turma @
Poetry
When I give you gratitude
You act like you don't hear me speak
And when i tell you what you do to me
You don't even hear the truth what are you trying to prove?
I stare out of the window for hours
Cuz you don't listen to me
You won't even look in my eyes
Promessa
Eu cumpro o que prometo. O que prometo com o coração nunca falha.
E hoje prometo, a nossa amizade vai durar muitos mais anos e eu não te vou esquecer nunca.
Farei também para que nunca me esqueças.
Sei que algum dia te esquecer, perco uma grande parte de mim: a que aprendeu o que era uma verdadeira amizade.
Obrigada, do mais sincero que eu sei ser.
E hoje prometo, a nossa amizade vai durar muitos mais anos e eu não te vou esquecer nunca.
Farei também para que nunca me esqueças.
Sei que algum dia te esquecer, perco uma grande parte de mim: a que aprendeu o que era uma verdadeira amizade.
Obrigada, do mais sincero que eu sei ser.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
It’s hard to believe
that I couldn’t see
You were always
there beside me
Thought I was alone
With no one to hold
But you were always right
beside me
This feeling is like no other
I want you to know
I’ve never had someone that
knows me like you do
The way you do
I’ve never had someone as
good for me as you
No one like you
so lonely before
I finally found
What I’ve been looking for
So good to be seen
So good to be heard
Don’t have to say a word
For so long I was lost
So good to be found
I’m loving having you around
Último dia de aulas
Cheguei à escola com um aperto no coração, mas tudo bem.
Chego à sala, digo o habitual e pela ultima vez, "bom diaaa" quando a Mariana Pinheiro me veio abraçar. Fogo, comecei logo quase a chorar. É daquelas coisas que uma pessoa não controla, mesmo.
Adiante, tivemos o Bom-Dia em que demos uma prenda à stora Marie (que ela não estava nada à espera) e pronto mais umas lágrimas (desta vez pela parte da stora).
Com o decorrer do dia, entre abraços, escrever no quadro, tocar guitarra, beijinhos e risos, as horas passavam e não se tinha a miníma noção de que estava no final. Alguns choraram e fizeram chorar, grandes abraços e promessas.
Na festa da Catarina é que comecei a ter mesmo noção do quanto as pessoas me fazem falta, só pelo facto de não estarem na festa. Adriana, Pipa e Miguel. De resto, dancei e cantei, diverti-me mesmo à grande. E sublinho, a comida era deliciosa XD.
No fim da noite, quando já só sobrava eu, Luanna, Catarina Andrade, Cati, Elias e Inez ficámos a ouvir música e a falar (excepto a Catarina Andrade que preferiu estar com os DJs -.-').
Recebi um telefonema do Miguel para ouvir a nossa música, o que me fez sorrir imenso =).
Quando voltei para o grupito, falámos de como estava no fim, e, quando nos fomos embora, demos os abraços mais perfeitos, dissémos as coisas mais queridas e fizemos as melhores promessas.
AMO-VOS @
Chego à sala, digo o habitual e pela ultima vez, "bom diaaa" quando a Mariana Pinheiro me veio abraçar. Fogo, comecei logo quase a chorar. É daquelas coisas que uma pessoa não controla, mesmo.
Adiante, tivemos o Bom-Dia em que demos uma prenda à stora Marie (que ela não estava nada à espera) e pronto mais umas lágrimas (desta vez pela parte da stora).
Com o decorrer do dia, entre abraços, escrever no quadro, tocar guitarra, beijinhos e risos, as horas passavam e não se tinha a miníma noção de que estava no final. Alguns choraram e fizeram chorar, grandes abraços e promessas.
Na festa da Catarina é que comecei a ter mesmo noção do quanto as pessoas me fazem falta, só pelo facto de não estarem na festa. Adriana, Pipa e Miguel. De resto, dancei e cantei, diverti-me mesmo à grande. E sublinho, a comida era deliciosa XD.
No fim da noite, quando já só sobrava eu, Luanna, Catarina Andrade, Cati, Elias e Inez ficámos a ouvir música e a falar (excepto a Catarina Andrade que preferiu estar com os DJs -.-').
Recebi um telefonema do Miguel para ouvir a nossa música, o que me fez sorrir imenso =).
Quando voltei para o grupito, falámos de como estava no fim, e, quando nos fomos embora, demos os abraços mais perfeitos, dissémos as coisas mais queridas e fizemos as melhores promessas.
AMO-VOS @
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Melhores Raparigas

São estas: as únicas que se mantêm unidas, alheias e sucumbindo à vontade de sair desta dita "prisão".
Elas querem, mas a amizade que nos une fala mais alto. Não nos dispersamos simplesmente. Somos o coração desta família, somos aquelas que dão o primeiro passo seja no que for e que lutam até à última. Aquelas que não conhecem o "não quero fazer" nem o "não me apetece". Aquelas que simplesmente não desistem.
Nos últimos dias, em vez de a turma estar mais unida, está mais dispersa (por razões estúpidas) e apenas nós mantemos a chama viva. Pegamos na tocha e corremos até à meta. Não interessa se somos as primeiras a chegar, interessa que nenhuma desista. Somos nós, as fortes e destemidas. As aventureiras. Sofisticadas ou simples, somos nós que nos chegamos à frente e aguentamos com quem vier.
O que houver a fazer, fazemo-lo juntas e é por isso que somos unidas: é uma ligação entre nós, como se fossemos uma família.
E como em todas as famílias, há os que querem saber e os que não querem saber.
Nós - Margarida, Matilde, Ines, Mariana Pinheiro, Carlota, Catarina Pereira, Filipa, Adriana, Mariana Alves, Carolina, Catarina Andrade e Catarina V. - queremos saber.
Os outros, que s'a fodam ^^
De Madalena Paredes =')
Palavras para que? Nao ha palavras. Crescemos juntas, aprendemos com os erros uma da outra. Desenvolvemos mutuamente. Aprendemos que nao é a distancia nem o tempo que vai apagar um sentimento que ja entrou. É simplesmente, uma certeza. Nada vai romper o que existe entre nos, muito menos a distancia em relaçao á escola. Podemos estar muito tempo sem falar, isso nao importa. Sei que vai haver sempre um espaço para "aquela" margarida que passou momentos inesqueciveis comigo ( aqueles que tenho saudades ). Vamos continuar a ser como sempre fomos, boas e grandes amigas. Sei que sempre que nos voltarmos a ver passado um tempo, vai haver cumplicidade, abraços e carinho. São coisas da amizade, aquela amizade que fica guardada e espera pelo momento de voltar a reaver uma velha amiga que nos abriu o coraçao.
#
I love you
Is all that you can't say
Years gone by and still
Words don't comes easily
Like I love you
I love you
Já passou.
O mar limpou as lágrimas e hoje já sorriu.
Estou bastante perto de um capítulo muito importante da minha vida.
Nada será mais o mesmo, mas hoje vi-te sorrir.
Vi-te sorrir, mar. Vi e sorri também.
Eu queria estar contigo e senti que também querias estar comigo.
Vi pelos teus olhos.
E isso, apenas isso me bastou.
O mar limpou as lágrimas e hoje já sorriu.
Estou bastante perto de um capítulo muito importante da minha vida.
Nada será mais o mesmo, mas hoje vi-te sorrir.
Vi-te sorrir, mar. Vi e sorri também.
Eu queria estar contigo e senti que também querias estar comigo.
Vi pelos teus olhos.
E isso, apenas isso me bastou.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Angel
Por vezes, penso em tudo o que já passamos. Tudo o que nos fez crescer.
Hoje tenho a dizer-te que és uma grande amiga.
Hoje tenho a dizer-te que és uma grande amiga.
Penso que não precisamos de estar sempre juntas, de desabafarmos tudo, de ser tão chegadas como antes.
A vida tem-me ensinado que isso é necessário no princípio, mas quando a amizade já está desenvolvida - se houver esse sentimento dos dois lados - podemos estar semanas sem nos falarmos e no entanto, um dia, juntamo-nos as duas e contamos o que nos tem acontecido, como nos sentimos, tudo, tudo.
Continuas a ser a única a saber aquele segredo. Continuas a ser uma das raras pessoas com quem eu falo sobre as amizades que poucas pessoas vêem com bons olhos.
Sim, faltam 3 dias. Eu vou para s. João e tu para a Poli. Dizes que vais chorar. Eu também. Não é algo que seja programado, mas já nos conhecemos a nós próprias e temos perfeita noção disso.
Mas eu não estou tão preocupada por não ir para a mesma escola que tu porque, uma das coisas que aprendi nestes últimos tempos da nossa amizade, foi que não importa a distância nem o tempo que já não falamos.
Mas eu não estou tão preocupada por não ir para a mesma escola que tu porque, uma das coisas que aprendi nestes últimos tempos da nossa amizade, foi que não importa a distância nem o tempo que já não falamos.
Vai sempre haver um dia em que nos juntamos e falamos de tudo.
Love you **
Matilde

É por isso que és única.
Hoje apercebi-me que nós somos para a vida. Não há discussão sobre isso, simplesmente é verdade. Continuas a ser a única com quem eu me sinto 100 % à vontade para TUDO (o que por vezes é mau XD), a única que me compreende de todo. Nunca me julgaste, nunca houve aquele mau ambiente entre nós.
A distância não nos separa, e eu sei disso: é o que está diante dos nossos olhos.
Sempre que há alguma coisa para contar tu és a primeira a saber, e sabes sempre.
Estás sempre a apoiar-me em tudo o que faço, a incentivar-me. E eu faço o mesmo contigo.
Obrigada - és a melhor.
ps. vamos ter uma música de sucesso, nós ;D
aula TIC
O que mudarias nas aulas de TIC?
"Não, não és capaz!"
"Ah não?"
(escrevendo "a professora")
10 minutos depois...
"Carolina, venha cá" (stora)
"Não, não és capaz!"
"Ah não?"
(escrevendo "a professora")
10 minutos depois...
"Carolina, venha cá" (stora)
terça-feira, 3 de junho de 2008
@
Por vezes, a Lua escreve-me.
Diz-me que o vento mudou de direcção e que as nuvens negras se aproximam. No fim deste capítulo, há uns meses atrás, isso seria impensável. Mas não hoje.
Hoje ouvi a trovoada.
As nuvens tinham olhar cabisbaixo e eu sabia que não era a culpada, mas a chuva molhou os meus cabelos, os meus braços, a minha cara.
O sol já não me quis iluminar e o vento ensurdecera os meus gritos. O céu trouxe consigo o medo e ao mesmo tempo a coragem, mas principalmente o receio e a confusão.
As estrelas que me apaixonaram haviam desaparecido e em vez das pinceladas rosa encontrei o carvão carregado e borrado em cada aberta do céu.
As minhas palavras não mudariam nada, muito menos o querer mudar alguma coisa. É inevitável. O tempo não espera pelo tempo, nem por mim. E o tempo não muda por querermos que mude.
Calma, já passou. Agora o tempo acalmou.
Os ventos aterraram na areia, as nuvens deixam já escapar o azul claro do céu.
Oiço o meu coração como o telefone à espera que atendam a chamada.
Passou tudo, mas o mar ainda chorou.
E eu chorei também.
Qu'ils disent, ou qu'ils pensent
Pourquoi pleurer, pourquoi attendre
Qu'ils te blessent ou qu'ils te mentent
Laisse-moi t'aimer pour que tout change
(Je serai toujours là pour toi)
Je promet, tu verras, un ciel sans nuages
Diz-me que o vento mudou de direcção e que as nuvens negras se aproximam. No fim deste capítulo, há uns meses atrás, isso seria impensável. Mas não hoje.
Hoje ouvi a trovoada.
As nuvens tinham olhar cabisbaixo e eu sabia que não era a culpada, mas a chuva molhou os meus cabelos, os meus braços, a minha cara.
O sol já não me quis iluminar e o vento ensurdecera os meus gritos. O céu trouxe consigo o medo e ao mesmo tempo a coragem, mas principalmente o receio e a confusão.
As estrelas que me apaixonaram haviam desaparecido e em vez das pinceladas rosa encontrei o carvão carregado e borrado em cada aberta do céu.
As minhas palavras não mudariam nada, muito menos o querer mudar alguma coisa. É inevitável. O tempo não espera pelo tempo, nem por mim. E o tempo não muda por querermos que mude.
Calma, já passou. Agora o tempo acalmou.
Os ventos aterraram na areia, as nuvens deixam já escapar o azul claro do céu.
Oiço o meu coração como o telefone à espera que atendam a chamada.
Passou tudo, mas o mar ainda chorou.
E eu chorei também.
Qu'ils disent, ou qu'ils pensent
Pourquoi pleurer, pourquoi attendre
Qu'ils te blessent ou qu'ils te mentent
Laisse-moi t'aimer pour que tout change
(Je serai toujours là pour toi)
Je promet, tu verras, un ciel sans nuages
segunda-feira, 2 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
-
Ontem um rapaz veio falar-me.
Disse-me que eu o tinha posto fora da minha vida e que o tinha esquecido.
Admito que me custou ler aquilo.
Não posso dizer que o amei, mas tivemos momentos. Momentos que me fizeram bem, bastante bem. Mas isso faz parte do passado.
Rafael, desculpa...
Mas a verdade é que tive de passar à frente.
E tu, de vez em quando, visitas-me no pensamento, só isso.
Disse-me que eu o tinha posto fora da minha vida e que o tinha esquecido.
Admito que me custou ler aquilo.
Não posso dizer que o amei, mas tivemos momentos. Momentos que me fizeram bem, bastante bem. Mas isso faz parte do passado.
Rafael, desculpa...
Mas a verdade é que tive de passar à frente.
E tu, de vez em quando, visitas-me no pensamento, só isso.
Outros mundos onde podemos cantar
Quando eu era criança, meu pai comprou um dos primeiros telefones da vizinhança.
Lembro-me bem daquele velho aparelho preto, em forma de caixa, bem polido, afixado à parede. O receptor brilhante pendia ao lado da caixa.
Eu ainda era muito pequeno para alcançar o telefone, mas costumava ouvir e ver minha mãe enquanto ela o usava, e ficava fascinado com a cena! Então, descobri que em algum lugar dentro daquele maravilhoso aparelho existia uma pessoa maravilhosa, e o nome dela era
"Informação, por favor"
e não havia coisa alguma que ela não soubesse.
"Informação, por favor" poderia fornecer o número de qualquer pessoa e até a hora certa. Minha primeira experiência pessoal com esse "gênio da lâmpada" aconteceu num dia em que minha mãe foi na casa de um vizinho. Divertindo-me bastante mexendo nas coisas da caixa de ferramentas no porão, machuquei meu polegar com um martelo.
A dor foi horrível, mas não parecia haver qualquer razão para chorar, porque eu estava sozinho em casa e não tinha ninguém para me consolar. Eu comecei a andar pelo porão, chupando meu dedão que pulsava de dor, chegando finalmente à escada e subindo-a. Então, lembrei-me: o telefone!
Rapidamente peguei uma cadeira na sala de visitas e usei-a para alcançar o telefone. Desenganchei o receptor, segurei-o próximo ao ouvido como via minha mãe fazer e disse: "Informação, por favor!"
Alguns segundos depois, uma voz suave e bem clara falou ao meu ouvido: "Informação." Então, choramingando, eu disse: "Eu machuquei o meu dedo..." Agora que eu tinha platéia: as lágrimas começaram a rolar sobre o meu rosto."Sua mãe não está em casa”, veio a pergunta. "Ninguém está em casa a não ser eu", falei chorando. "Você está sangrando" Ela perguntou.
"Não." Eu respondi. "Eu machuquei o meu dedão com o martelo e está doendo muito!"
Então a voz suave, do outro lado falou: "Você pode ir até a geladeira" Eu disse que sim. Ela continuou, com muita calma: "Então, pegue uma pedra de gelo e fique segurando firme sobre o dedo."
E a coisa funcionou! Depois do ocorrido, eu chamava "Informação, por favor" pra qualquer coisa.
Pedia ajuda nas tarefas de geografia da escola e ela me dizia onde Filadélfia se localizava no mapa. Ajudava-me nas tarefas de matemática. Ela me orientou sobre qual tipo de comida eu poderia dar ao filhote de esquilo que peguei no parque para criar como bichinho de estimação.
Houve também o dia em que Petey, nosso canário de estimação, morreu. Eu chamei "Informação, por favor" e contei-lhe a triste estória. Ela ouviu atentamente, então me falou palavras de conforto que os adultos costumam dizer para consolar uma criança. Mas eu estava inconsolável naquele dia e perguntei-lhe: "Por que é que os passarinhos cantam de maneira tão bela, dão tanta alegria com sua beleza para tantas famílias e terminam suas vidas como um monte de penas numa gaiola"
Ela deve ter sentido minha profunda tristeza e preocupação pelo fato de haver dito calmamente:
"Paul, lembre-se sempre de que existem outros mundos onde se pode cantar!"
Não sei porquê, mas me senti bem melhor. Numa outra ocasião, eu estava ao telefone: "Informação, por favor". "Informação," disse a já familiar e suave voz. "Como se soletra a palavra consertar" Perguntei. Tudo isso aconteceu numa pequena cidade da costa oeste dos Estados Unidos. Quando eu estava com nove anos, nos mudamos para Boston, na costa leste. Eu senti muitas saudades de minha voz amiga!
"Informação, por favor" pertencia àquela caixa de madeira preta afixada na parede de nossa outra casa; e eu nunca pensei em tentar a mesma experiência com o novo telefone diferente que ficava sobre a mesa, na sala de nossa nova casa.
Mesmo já na adolescência, as lembranças daquelas conversas de infância com aquela suave e atenciosa voz nunca saíram de minha cabeça.
Com certa freqüência, em momentos de dúvidas e perplexidade, eu me lembrava daquele sentimento sereno de segurança que me era transmitido pela voz amiga que gastou tanto tempo com um simples menininho.
Alguns anos mais tarde, quando eu viajava para a costa oeste a fim de iniciar meus estudos universitários, o avião pousou em Seattle, região onde eu morava quando criança, para que eu pegasse um outro e seguisse viagem.
Eu tinha cerca de meia hora até que o outro avião descolasse.
Passei então uns 15 minutos ao telefone, conversando com minha irmã que na época estava morando lá. Então, sem pensar no que estava exatamente fazendo, eu disquei para a telefonista e disse: “Informação, por favor". De um modo milagroso, eu ouvi a suave e clara voz que eu tão bem conhecia! "Informação." Eu não havia planejado isso, mas ouvi a mim mesmo dizendo: "Você poderia me dizer como se soletra a palavra consertar"
Houve uma longa pausa.
Então ouvi a tão suave e atenciosa voz responder: "Espero que seu dedo já esteja bem sarado agora!"
Eu ri satisfeito e disse: "Então, ainda é realmente você eu fico pensando se você tem a mínima idéia do quanto você significou para mim durante todo aquele tempo de minha infância!"
Ela disse: "E eu fico imaginando se você sabe o quanto foram importantes para mim as suas ligações!" E continuou: "Eu nunca tive filhos e ficava aguardando ansiosamente por suas ligações." Então, eu disse pra ela que muito freqüentemente eu pensava nela durante todos esses anos e perguntei-lhe se poderia telefonar para ela novamente quando eu fosse visitar minha irmã.
"Por favor, telefone sim! É só chamar por Sally".
Três meses depois voltei a Seattle. Uma voz diferente atendeu: "Informação". Eu perguntei por Sally. "Você é um amigo" Ela perguntou.
"Sim, um velho amigo". Respondi.
Ela disse: "Sinto muito em dizer-lhe isto, mas Sally esteve trabalhando só meio período nos últimos anos porque estava adoentada. Ela morreu há um mês." Ainda perplexo e antes que eu desligasse ela disse: "Espere um pouco. Seu nome é Paul"
"Sim". Respondi.
"Bem, Sally deixou uma mensagem para você. Ela deixou escrita caso você ligasse. Deixe-me ler para você."
A mensagem dizia:
"Diga pra ele que eu ainda continuo dizendo que existem outros mundos onde podemos cantar. Ele vai entender o que eu quero dizer".
Eu agradeci emocionado e muito tristemente desliguei o telefone.
Sim, eu sabia muito bem o que Sally queria dizer.
Lembro-me bem daquele velho aparelho preto, em forma de caixa, bem polido, afixado à parede. O receptor brilhante pendia ao lado da caixa.
Eu ainda era muito pequeno para alcançar o telefone, mas costumava ouvir e ver minha mãe enquanto ela o usava, e ficava fascinado com a cena! Então, descobri que em algum lugar dentro daquele maravilhoso aparelho existia uma pessoa maravilhosa, e o nome dela era
"Informação, por favor"
e não havia coisa alguma que ela não soubesse.
"Informação, por favor" poderia fornecer o número de qualquer pessoa e até a hora certa. Minha primeira experiência pessoal com esse "gênio da lâmpada" aconteceu num dia em que minha mãe foi na casa de um vizinho. Divertindo-me bastante mexendo nas coisas da caixa de ferramentas no porão, machuquei meu polegar com um martelo.
A dor foi horrível, mas não parecia haver qualquer razão para chorar, porque eu estava sozinho em casa e não tinha ninguém para me consolar. Eu comecei a andar pelo porão, chupando meu dedão que pulsava de dor, chegando finalmente à escada e subindo-a. Então, lembrei-me: o telefone!
Rapidamente peguei uma cadeira na sala de visitas e usei-a para alcançar o telefone. Desenganchei o receptor, segurei-o próximo ao ouvido como via minha mãe fazer e disse: "Informação, por favor!"
Alguns segundos depois, uma voz suave e bem clara falou ao meu ouvido: "Informação." Então, choramingando, eu disse: "Eu machuquei o meu dedo..." Agora que eu tinha platéia: as lágrimas começaram a rolar sobre o meu rosto."Sua mãe não está em casa”, veio a pergunta. "Ninguém está em casa a não ser eu", falei chorando. "Você está sangrando" Ela perguntou.
"Não." Eu respondi. "Eu machuquei o meu dedão com o martelo e está doendo muito!"
Então a voz suave, do outro lado falou: "Você pode ir até a geladeira" Eu disse que sim. Ela continuou, com muita calma: "Então, pegue uma pedra de gelo e fique segurando firme sobre o dedo."
E a coisa funcionou! Depois do ocorrido, eu chamava "Informação, por favor" pra qualquer coisa.
Pedia ajuda nas tarefas de geografia da escola e ela me dizia onde Filadélfia se localizava no mapa. Ajudava-me nas tarefas de matemática. Ela me orientou sobre qual tipo de comida eu poderia dar ao filhote de esquilo que peguei no parque para criar como bichinho de estimação.
Houve também o dia em que Petey, nosso canário de estimação, morreu. Eu chamei "Informação, por favor" e contei-lhe a triste estória. Ela ouviu atentamente, então me falou palavras de conforto que os adultos costumam dizer para consolar uma criança. Mas eu estava inconsolável naquele dia e perguntei-lhe: "Por que é que os passarinhos cantam de maneira tão bela, dão tanta alegria com sua beleza para tantas famílias e terminam suas vidas como um monte de penas numa gaiola"
Ela deve ter sentido minha profunda tristeza e preocupação pelo fato de haver dito calmamente:
"Paul, lembre-se sempre de que existem outros mundos onde se pode cantar!"
Não sei porquê, mas me senti bem melhor. Numa outra ocasião, eu estava ao telefone: "Informação, por favor". "Informação," disse a já familiar e suave voz. "Como se soletra a palavra consertar" Perguntei. Tudo isso aconteceu numa pequena cidade da costa oeste dos Estados Unidos. Quando eu estava com nove anos, nos mudamos para Boston, na costa leste. Eu senti muitas saudades de minha voz amiga!
"Informação, por favor" pertencia àquela caixa de madeira preta afixada na parede de nossa outra casa; e eu nunca pensei em tentar a mesma experiência com o novo telefone diferente que ficava sobre a mesa, na sala de nossa nova casa.
Mesmo já na adolescência, as lembranças daquelas conversas de infância com aquela suave e atenciosa voz nunca saíram de minha cabeça.
Com certa freqüência, em momentos de dúvidas e perplexidade, eu me lembrava daquele sentimento sereno de segurança que me era transmitido pela voz amiga que gastou tanto tempo com um simples menininho.
Alguns anos mais tarde, quando eu viajava para a costa oeste a fim de iniciar meus estudos universitários, o avião pousou em Seattle, região onde eu morava quando criança, para que eu pegasse um outro e seguisse viagem.
Eu tinha cerca de meia hora até que o outro avião descolasse.
Passei então uns 15 minutos ao telefone, conversando com minha irmã que na época estava morando lá. Então, sem pensar no que estava exatamente fazendo, eu disquei para a telefonista e disse: “Informação, por favor". De um modo milagroso, eu ouvi a suave e clara voz que eu tão bem conhecia! "Informação." Eu não havia planejado isso, mas ouvi a mim mesmo dizendo: "Você poderia me dizer como se soletra a palavra consertar"
Houve uma longa pausa.
Então ouvi a tão suave e atenciosa voz responder: "Espero que seu dedo já esteja bem sarado agora!"
Eu ri satisfeito e disse: "Então, ainda é realmente você eu fico pensando se você tem a mínima idéia do quanto você significou para mim durante todo aquele tempo de minha infância!"
Ela disse: "E eu fico imaginando se você sabe o quanto foram importantes para mim as suas ligações!" E continuou: "Eu nunca tive filhos e ficava aguardando ansiosamente por suas ligações." Então, eu disse pra ela que muito freqüentemente eu pensava nela durante todos esses anos e perguntei-lhe se poderia telefonar para ela novamente quando eu fosse visitar minha irmã.
"Por favor, telefone sim! É só chamar por Sally".
Três meses depois voltei a Seattle. Uma voz diferente atendeu: "Informação". Eu perguntei por Sally. "Você é um amigo" Ela perguntou.
"Sim, um velho amigo". Respondi.
Ela disse: "Sinto muito em dizer-lhe isto, mas Sally esteve trabalhando só meio período nos últimos anos porque estava adoentada. Ela morreu há um mês." Ainda perplexo e antes que eu desligasse ela disse: "Espere um pouco. Seu nome é Paul"
"Sim". Respondi.
"Bem, Sally deixou uma mensagem para você. Ela deixou escrita caso você ligasse. Deixe-me ler para você."
A mensagem dizia:
"Diga pra ele que eu ainda continuo dizendo que existem outros mundos onde podemos cantar. Ele vai entender o que eu quero dizer".
Eu agradeci emocionado e muito tristemente desliguei o telefone.
Sim, eu sabia muito bem o que Sally queria dizer.
Amizade, segundo a Wikipédia
Amizade [1], é uma relação afetiva, a princípio sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.
A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido por outros seres. Alguns amigos se denominam "melhores amigos". Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges, funcionando como um confidente. Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas.
Muitas vezes o interesse dos amigos são parecidos, e demonstram, entre si, um senso de cooperação; mas não necessariamente também.
Existem pessoas que não necessariamente se interessam pelo mesmo tema, mas gostam de partilhar momentos juntos, pela companhia e amizade do outro, mesmo que a atividade não seja a de sua preferência.
A amizade é uma das mais comuns relações interpessoais que a maioria dos seres humanos têm na vida. Em caso de perda da amizade sugere-se a reconciliação e o perdão.
Senso comum
O senso comum costuma determinar, também através da sabedoria popular, aquilo que se deve esperar como sendo componente de uma amizade ideal. Embora muitas vezes na prática alguns ou muitos destes componentes não estejam presentes na relação de amizade, a título informativo, algumas destas afirmativas estarão sendo listadas abaixo:
a tendência de desejar o melhor para o outro;
simpatia e empatia;
honestidade;
lealdade.
A amizade leva a um sentimento de altruísmo e lealdade, ao ponto de colocarmos os interesses do outro à frente de seu próprio interesse. Amizade resume-se em lealdade, confiança e amor, seja fraterno ou mais profundo e como
Faz parte da amizade não exacerbar os defeitos do outro e dividir os bons e maus momentos.
Os amigos evitam ser sufocantes ao outro para que haja respeito nos direitos deste. Evitam também sufocá-los com exigências, para que não haja o risco de perdê-los.
Os amigos se sentem atraídos pelos outros pela forma que eles são e não pelo que eles possuem.
As verdadeiras amizades tudo suportam, tudo esperam, tudo crêem e tudo perdoam pelo simples facto de existir entre eles o verdadeiro amor, também conhecido como amor philéo = amor de amigos.
Wikipédia
A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido por outros seres. Alguns amigos se denominam "melhores amigos". Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges, funcionando como um confidente. Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas.
Muitas vezes o interesse dos amigos são parecidos, e demonstram, entre si, um senso de cooperação; mas não necessariamente também.
Existem pessoas que não necessariamente se interessam pelo mesmo tema, mas gostam de partilhar momentos juntos, pela companhia e amizade do outro, mesmo que a atividade não seja a de sua preferência.
A amizade é uma das mais comuns relações interpessoais que a maioria dos seres humanos têm na vida. Em caso de perda da amizade sugere-se a reconciliação e o perdão.
Senso comum
O senso comum costuma determinar, também através da sabedoria popular, aquilo que se deve esperar como sendo componente de uma amizade ideal. Embora muitas vezes na prática alguns ou muitos destes componentes não estejam presentes na relação de amizade, a título informativo, algumas destas afirmativas estarão sendo listadas abaixo:
a tendência de desejar o melhor para o outro;
simpatia e empatia;
honestidade;
lealdade.
A amizade leva a um sentimento de altruísmo e lealdade, ao ponto de colocarmos os interesses do outro à frente de seu próprio interesse. Amizade resume-se em lealdade, confiança e amor, seja fraterno ou mais profundo e como
Faz parte da amizade não exacerbar os defeitos do outro e dividir os bons e maus momentos.
Os amigos evitam ser sufocantes ao outro para que haja respeito nos direitos deste. Evitam também sufocá-los com exigências, para que não haja o risco de perdê-los.
Os amigos se sentem atraídos pelos outros pela forma que eles são e não pelo que eles possuem.
As verdadeiras amizades tudo suportam, tudo esperam, tudo crêem e tudo perdoam pelo simples facto de existir entre eles o verdadeiro amor, também conhecido como amor philéo = amor de amigos.
Wikipédia
O "amo-te"
"Amo-te": a melhor e a pior palavra.
Amor pode ser tudo e pode ser nada.
Eu digo "amo-te" a quem amo, não o restrinjo a uma única pessoa.
Quem eu amo não merece isso.
Eu amo porque amo, amo de diferentes maneiras mas amo.
E digo-o.
Por vezes encontramos pessoas que vamos amando. Mas essas pessoas evitam usar a palavra "amo-te" com quem quer que seja. Limitam-se a dizer que gostam de nós, que nos adoram e que somos importantes. Mas não amam.
E por mais que digamos "amo-te" a essas pessoas, nunca elas nos dirão "amo-te".
Porque não amam.
E a essas pessoas por vezes apetece-me dizer:
Negas o "amo-te" a quem morre a esperá-lo
E guarda-lo para quem o toma como garantido.
Até um dia, quando deixamos de amar essa pessoa, ela nos diz: "mas eu amo-te"
Amor pode ser tudo e pode ser nada.
Eu digo "amo-te" a quem amo, não o restrinjo a uma única pessoa.
Quem eu amo não merece isso.
Eu amo porque amo, amo de diferentes maneiras mas amo.
E digo-o.
Por vezes encontramos pessoas que vamos amando. Mas essas pessoas evitam usar a palavra "amo-te" com quem quer que seja. Limitam-se a dizer que gostam de nós, que nos adoram e que somos importantes. Mas não amam.
E por mais que digamos "amo-te" a essas pessoas, nunca elas nos dirão "amo-te".
Porque não amam.
E a essas pessoas por vezes apetece-me dizer:
Negas o "amo-te" a quem morre a esperá-lo
E guarda-lo para quem o toma como garantido.
Até um dia, quando deixamos de amar essa pessoa, ela nos diz: "mas eu amo-te"
@
(..)
Peguei no telemóvel, e marquei as já habituais teclas.
Apesar de ainda nos vermos todos os dias, não há uma única semana em que não te telefone.
Oiço aquele barulho de quando se está à espera que nos atendam. Ao mesmo tempo e compasso, o meu coração bate. Demorou pouco tempo a preparar-se para aqueles minutinhos de conversa de tudo e de nada. É a felicidade.
És o exemplo perfeito de que não importa o tempo passar, mas sim a forma como passamos esse tempo.
Atendeste, e sei que sorriste.
Notou-se na tua voz.
Foi então que o mundo deixou de rodar e o tempo de passar.
Sorri também.
(..)
Peguei no telemóvel, e marquei as já habituais teclas.
Apesar de ainda nos vermos todos os dias, não há uma única semana em que não te telefone.
Oiço aquele barulho de quando se está à espera que nos atendam. Ao mesmo tempo e compasso, o meu coração bate. Demorou pouco tempo a preparar-se para aqueles minutinhos de conversa de tudo e de nada. É a felicidade.
És o exemplo perfeito de que não importa o tempo passar, mas sim a forma como passamos esse tempo.
Atendeste, e sei que sorriste.
Notou-se na tua voz.
Foi então que o mundo deixou de rodar e o tempo de passar.
Sorri também.
(..)
melhor música :D
If you told me to cry for you
I could
If you told me to die for you
I would
Take a look at my face
There's no price I won't pay
To say these words to you
I'll be there till the stars don't shine
Till the heavens burst and
The words don't rhyme
And I know when I die, you'll be on my mind
And I'll love you - Always
I could
If you told me to die for you
I would
Take a look at my face
There's no price I won't pay
To say these words to you
I'll be there till the stars don't shine
Till the heavens burst and
The words don't rhyme
And I know when I die, you'll be on my mind
And I'll love you - Always
Lars e o Verdadeiro Amor
Um filme secante com uma mensagem bastante forte.
Fala sobretudo da vulnerabilidade e do medo.
Do receio, principalmente.
Enquanto uns fazem tudo para chamar a atenção, sendo mesmo violentos e peixeiros, outros simplesmente refugiam-se. Isolam-se de tudo e todos.
Até que um dia algo tão pequeno e insignificante como uma boneca nos aparece à frente e muda toda a nossa vida. E a vida de todos os nossos.
Um simples objecto que substitui o toque humano.
Um objecto que move as vidas de todos e que um dia morre para viver.
O estado de vulnerabilidade era tal que um simples aperto de mão já era demasiado contacto fisíco. Relações não era palavra do dicionário. O mundo não era a realidade.
E uma boneca, daquelas de brincar, mudou tudo isso.
Mudou, pelo amor.
O amor que o prendeu e o amor que o libertou.
Fala sobretudo da vulnerabilidade e do medo.
Do receio, principalmente.
Enquanto uns fazem tudo para chamar a atenção, sendo mesmo violentos e peixeiros, outros simplesmente refugiam-se. Isolam-se de tudo e todos.
Até que um dia algo tão pequeno e insignificante como uma boneca nos aparece à frente e muda toda a nossa vida. E a vida de todos os nossos.
Um simples objecto que substitui o toque humano.
Um objecto que move as vidas de todos e que um dia morre para viver.
O estado de vulnerabilidade era tal que um simples aperto de mão já era demasiado contacto fisíco. Relações não era palavra do dicionário. O mundo não era a realidade.
E uma boneca, daquelas de brincar, mudou tudo isso.
Mudou, pelo amor.
O amor que o prendeu e o amor que o libertou.
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