quinta-feira, 31 de março de 2011

Piadas da Chica

Estão dois meninos, no parque, a conversarem. Um é preto, outro é branco.

Menino branco: Sabes porque é que eu sou branco e tu és preto?
Menino preto: Não... Porquê?

Menino branco: Porque a minha mãe deu à luz e a tua fundiu-se.

(espero não ter ferido susceptibilidades, não sofro de preconceitos desses, mas adorei a piada!)

Quando esperamos que alguém nos atenda

Hoje deve ter sido a primeira vez que telefonei a alguém e, enquanto esperava que atendesse, me fartei de rir.

Imaginem: começa o famoso tuuuu... tuuu... "olá, a catarina já te vai atender" (margarida quase que começa a falar até se aperceber que era uma mensagem gravada) tuuuu... tuuuu... (música com saxofones começar a tocar) tuuuu... "espera só um bocadinho que ela não encontra o telemóvel".... tuuuu... "ela já te atende"... tuuuu... (música a dar-lhe e margarida com vontade de dar ao pézinho) ... tuuuu... "tem calma, já está quase"... tuuuuu... tuuuuu... "estou, margarida?"

Eu achei genial LOL, fartei-me de rir nos 40 segundos que passaram até ela atender...

TAMBÉM QUEROOO!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Hometown Glory


Adoro esta música, combinada com esta coreografia então...

E, por isso, estou a aprender a tocá-la! :D
(Para a Sofia cantar, claro está!)

epifanias

Amanhã sol de 25ºC, sexta-feira sol de 27ºC.

PRIMAVERAAAAAAAAAAA *.* 

(ainda por cima estou ansiosíssima por 6ª feira, por outros motivos!)

Quente, quente a chegaaaar!

A minha altura do ano preferida está aí a bater à porta.

Novo ciclo, felicidade!

Explosão de histerismo interior!

A ZON É UMA MERDA!

Era isto que queriam, não era? Fartei-me e venho exprimir a minha revolta. Quando tiver casa própria não vou com certeza ficar com a ZON, que se lixem as vantagens nos cinemas da Lusomundo!

Ai ai ai que isto é muita bom mas é para quem tem paciência às toneladas e não se importa que a net vá abaixo numa média de 10 vezes em cada quarto de hora! (não é exagero, principalmente hoje!)

Sanguessugas feias!

Ser mulher...



... é lutar por causas perdidas e sair sempre vencedora.
... é caminhar na dúvida cheia de certezas
... é perder-se em palavras e descobrir que se encontrou nelas
... é conseguir encontrar uma flor no deserto, água na seca e labaredas no mar
... é voltar no tempo e viver, por poucos instantes, coisas que nunca foram esquecidas
... é entender o que mais ninguém conseguiu desvendar

... é ter dentro de si um tesouro escondido e partilhá-lo com o mundo

terça-feira, 29 de março de 2011

Coisas que me assustam :|

A mim assusta-me quando vou às Estatísticas do blog (sim, ando a controlar-vos!) e vejo que alguém chegou ao meu blog a pesquisar no google: 

diário de notícias margarida almeida 2011

Só tenho uma coisa a dizer:  ME-DO
E outra: espero que não sejas tu, anónimo que me anda a telefonar às 04h30 da manhã ;)

segunda-feira, 28 de março de 2011

Irmã ♥



:) mags eu já te disse isto milhões de vezes, mas nem assim digo as suficientes. You're one of my 3, e és a minha irmã de coração e eu amo-te. Obrigada por tudo e principalmente por  não me fazeres sentir como louca às vezes. Se há coisa em que somos parecidas é na intensidade com que vivemos a vida.

(...) É o que nos torna humanas.

Inês 

Eu sou doida por esta mulher


Adoro a pessoa que ela é, a voz única, a doçura do seu olhar, a beleza natural e fora de espatafúrdios. Sou doida por ela, sou. Deixem-me ser :)

Epic fail II


Bora a mais um Jogo das Semelhanças?
Aqui vai uma música que está sempre a passar na rádio (já enjoa).
Entra na cabeça e fica o dia todo, por muito que não goste dela.

You Spin My Head Right Round - Flo Rida



E depois temos, mais antigo, os Eiffel 65, uma banda que singrou nos anos 90. Podemos até nem reconhecer o nome mas músicas como "Blue (Da Ba Dee)" e "Move Your Body" são capazes de nos soar bastante familiar até.

E aqui temos:

Eiffel 65 - You Spin Me Round



Obrigada Inês Frazão pela contribuição para estes tesourinhos de copy-paste!

O Sabor da Liberdade

Afinal, o que é a liberdade? Quando somos crianças, é a autorização dos pais para irmos brincar nos baloiços ou correr pelo areal atrás de gaivotas. Quando nos tornamos adolescentes, é ter um telemóvel, poder sair com os nossos amigos, experimentar novas sensações, acomodar-nos em vícios que, à partida, nos são proibidos… Quando passamos para jovens adultos, é a sensação de ter um carro nas nossas mãos, escolher um novo sítio para viver e já não ter de pedir autorização a quem nos criou para fazer o que queremos. Quando passamos para a vida adulta, sinceramente, não sei. Julgo que sejam as escapadinhas do emprego e da própria rotina.

A liberdade acaba por ser sempre mais complexa do que imaginamos. A maior parte de nós acha que liberdade é fazermos o que quisermos. Mas, como disse alguém um dia, o que aconteceria se todos fizéssemos o que queríamos? Seria tremendamente caótico. E porquê? Porque todos queremos coisas diferentes. Andaríamos, assim, aos encontrões pela vida e acomodavamo-nos à apatia de não ter garra pelas nossas próprias ambições. Tudo conseguiríamos com um simples estalar de dedos. E não saberíamos dar valor às nossas próprias conquistas pois nada nos dificultou o caminho.

Ser livre é muito subjectivo. Somos livres de nos expressarmos, mas seremos livres de magoar os outros com as nossas palavras? Somos livres para cairmos em vícios, como o álcool ou as drogas, mas seremos livres para tirar a vida a alguém por conduzirmos embriagados ou sob efeito de estupefacientes? Somos livres para fugir… Da rotina, de casa, do amor, da amizade… De nós mesmos… Mas seremos livres de abandonar quem nos ama e de os deixar ficar mal?

A verdade é que não podemos prender ninguém a nós, e que, se formos sinceros connosco mesmos, não nos queremos deixar prender a ninguém. Queremos liberdade. Queremos voar. Sermos maiores e mais altos. Mas, no fim, apercebemo-nos de que afinal nos entregamos de livre vontade. E que nunca fomos tão livres como agora…




por Margarida Almeida

domingo, 27 de março de 2011

sábado, 26 de março de 2011

.



"Somos o avesso um do outro. Quando duvidas, paras, e eu sigo em frente. Quando tens medo, eu tenho vontade; quando sonhas, eu pego nos teus sonhos e torno-os realidade, quando te entristeces, fechas-te numa concha e eu choro para o mundo; quando não sabes o que queres, esperas e eu escolho; quando alguém te empurra, tu foges e eu deixo-me ir. Somos o avesso um do outro: iguais por fora, o contrário por dentro. Tu proteges-me, acalmas-me, ouves-me e ajudas-me a parar. Eu puxo por ti, sacudo-te e ajudo-te a avançar. Como duas metades teimosas, vivemos de costas voltadas um para o outro, eu sempre à espera que tu te vires e me abraces, e tu sempre à espera que a vida te traga um sinal, te aponte um caminho e escolha por ti o que não és capaz."

Declarações de amor




(cliquem no play)


Hungry Thursdays


Quinta-feira é praticamente o único dia que como na escola, uma vez que também é o único dia em que tenho aulas à tarde. 

Dantes, tínhamos duas cozinheiras fabulosas que tratavam de tudo... Chegavam às 8h da manhã à escola para preparar o almoço para toda a gente, se não tivéssemos cartão para marcar senha no próprio dia íamos falar com elas e elas faziam um jeitinho e deixavam-nos ficar a dever, se tivéssemos faltado um dia em que tínhamos senha marcada podíamos comer de borla noutro dia... Para além da simpatia e trato pessoal. Se havia coisa que eu gostava naquela escola era, sem dúvida, da comida. 

Não havia coisa melhor que chegar ao intervalo das 10 e sentir o cheiro delicioso de um frango assado com esparguete, ou de um bacalhau à gomes de sá saboroso ao pormenor... Até quando era filetes - para quem não sabe, o meu estômago de há uns anos para cá decidiu rejeitar os filetes vá-se lá saber porquê - eu marcava senha e elas às vezes faziam uns croquetes só para eu não comer apenas arroz com salada. Ah!, e o arroz... Arroz de tomate, de cenoura, branco, qualquer que fosse o que elas faziam, não havia melhor!

As sobremesas eram sempre uma tentação. Era sempre difícil resistir a ir roubar um segundo arroz doce ou leite-creme...

No meio de tanta parvoíce que existe na Polivalente, a hora do almoço era sempre divinal e o refeitório o nosso paraíso. Nessa altura, comia praticamente todos os dias. Por 1,46€ a refeição completa, a qualidade daquela cantina superava qualquer refeição de 10€ que encontrem por aí.

Depois não-sei-quem achou que a meio do ano era a altura ideal para se juntarem ao agrupamento das escolas de Cascais, que nos obrigou a contratar uma empresa de catering para servir os nossos almoços. Ora, a qualidade desceu tanto quanto o preço era baixo. E, sinceramente, acho que agora aquelas refeições nem 50 cêntimos valem! Para além da comida ser péssima (por vezes sendo mesmo intragável), não há cá simpatias para ninguém. Se eu ficar doente e tiver marcado senha, voam 1,46€ do meu bolso para o ar!

Agora, até já estou a ponderar comer de bar à quinta-feira, o único dia em que tenho de comer na escola, porque para pagar 1,46€ e passar fome, mais vale comer no bar e ficar feliz da vida. Dantes ainda podiam dizer que ah e tal a comida do refeitório é mais saudável, mas isso foi no passado! Hoje, eu desconfio que se a ASAE por lá passasse fechava aquilo. Sim, porque das raríssimas vezes que fui comer lá, já encontrei pêlos na comida. 

E não sei como é possível algo tão simples de se fazer como o arroz pode saber mal! Não é estar insonso, é saber mesmo mal! E eu não sou assim tãão esquisita...

Enfim, vou andar esfomeada até Junho mas também não faz mal que o Verão está aí a chegar (estou a brincar!)

Ps. Encontrei esta imagem e achei que tinha mesmo que escrever sobre isto. Nem que fosse para ter memórias do meu paladar satisfeito.

Epic fail I

Já ouviram falar do Jogo das Diferenças? 
Bom, desta vez vamos jogar ao Jogo das Semelhanças! 
Ora muito bem, este desafio consiste em ouvir as duas músicas aqui em baixo e descobrirem as parecenças entre elas. A primeira é bastante recente, quer tornar-se um hit e a loucura das discotecas. A segunda já é conhecida há uns anos, principalmente por quem ouve Ivete Sangalo.

On The Floor - J-Lo feat Pitbull


Chorando Se Foi - originalmente escrita pela banda Kaoma



É triste... Cada vez mais se copiam músicas à descarada.
Onde pára a originalidade?

Jogo do Sério


Gaga vs Haha

To Do List

No seguimento do post anterior, a ver se serve de motivação, fiz uma lista das coisas que tenho de fazer até as férias começarem:

  • Ir buscar a prenda da Madalena, que me esqueci completamente -.-
  • Falar com os professores sobre as notas 
  • Imprimir o poema de Ferreira Gullar
  • Marcar consulta médica
  • Acabar o livro "A Cabana"
  • Estudar Economia
  • Estudar Matemática
  • Arranjar um desporto (cagar para a cicatrização do sinal LOL)
  • Ir à depilação
  • Tratar do concurso Grande Criatividade (Ipsis Verbis)
  • Fazer a tradução do texto do concurso de tradução da Universidade Católica
  • Escolher textos para participar individualmente no Concurso 
  • Tratar dos documentos para a carta de condução (fotografia tipo passe)
  • Tirar fotografias à colecção de etiquetas
E mais hei-de acrescentar...

Sim, não contei aqui mas vou participar em dois concursos: um que se chama Grande C, com parceria do DN, em que vamos levar o Ipsis Verbis a concorrer e que também vou participar individualmente na parte escrita. Vou tentar a Escrita Criativa (Poesia) e a Letra de uma canção. Gostava também de tentar com filme mas esse já seria mais trabalhoso e o tempo está a escassear... 

O outro concurso vai ser na próxima sexta, concurso de tradução da Universidade Católica, com uns prémios upa upa. Era mesmo bom ganhar, mas duvido -.- Enfim... 

Tenho saudades

Tenho saudades dos tempos em que escrevia alguma coisa de jeito neste blog. Sinto que, ultimamente, só tenho despejado imagens e uma ou outra frase. A motivação para escrever está a perder-se um bocado. Talvez por sentir que não ando a viver grande coisa, não sei. Mesmo quando vivo, já nem tenho tempo ou paciência para o escrever. Sinto também que ando a falar para o nada, só oiço o meu eco. Fiz deste sítio, o meu diário, o meu abrigo virtual. Confortava-me desabafar com "alguém", saber que alguém lia, mesmo que não dissesse nada. Escrever num caderninho era como se falasse só comigo, e isso dava cabo da minha cabeça e da minha (escassa) sanidade mental. Aqui exponho a alguém, alguém "ouve" e mesmo que eu não saiba quem, isso conforta-me minimamente. Gritar ao mundo, já me dizia alguém. É melhor que gritar a nós mesmos. Mas agora, ou é de andar carente, ou com uma crise existencial de todo o tamanho (já habitual do 2º período de aulas), gritar ao mundo não é suficiente. Eles ouvirem-me não é suficiente. Ouvir e calar-se já não dá para mim. Preciso de vida. Preciso de algo que me motive a continuar. Preciso de umas belas lambadas no focinho a ver se acordo. Preciso de ir correr, saltar, nadar, fazer exercício (nunca senti tanta falta da sensação de descontracção que o exercício me dava). Preciso de dinheiro para despachar assuntos pendentes. Preciso de me libertar de mim mesma, desta bolha nojenta que se criou à minha volta. 

Como dizia o nick do meu irmão de alma, quão vão é sentares-te para escrever se ainda não te levantaste para viver?

Eu sei que já pus isto aqui, mas não resisti...



Que a força do medo que eu tenho,
não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo o que acredito
não me tape os ouvidos e a boca.

Porque metade de mim é o que eu grito,
mas a outra metade é silêncio...

Que a música que eu ouço ao longe,
seja linda, ainda que triste...

Que a mulher que eu amo
seja para sempre amada
mesmo que distante.

Porque metade de mim é partida,
mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
não sejam ouvidas como prece
e nem repetidas com fervor,
apenas respeitadas,
como a única coisa que resta
a um homem inundado de sentimentos.

Porque metade de mim é o que ouço,
mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e na paz
que eu mereço.

E que essa tensão
que me corrói por dentro
seja um dia recompensada.

Porque metade de mim é o que eu penso,
mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste
e que o convívio comigo mesmo
se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto,
um doce sorriso,
que me lembro ter dado na infância.

Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
a outra metade eu não sei.

Que não seja preciso
mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito.

E que o teu silêncio
me fale cada vez mais.

Porque metade de mim
é abrigo, mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta,
mesmo que ela não saiba.

E que ninguém a tente complicar
porque é preciso simplicidade
para fazê-la florescer.

Porque metade de mim é plateia
e a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada.

Porque metade de mim é amor,
e a outra metade... também.

Por Ferreira Gullar

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Definitivamente, o meu poema preferido.
Saboreio cada palavra, de cada verso, de cada estrofe.
Não me canso de o ler, hei-de sabe-lo de cor e recitá-lo pelas ruas.
Um poema simples, um espelho de como vivo a vida.
Genial, genial.


sexta-feira, 25 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Política em Portugal

Duas palavras: que palhaçada!
Uma percentagem: 25%

Mais duas palavras: estamos fodidos.

Estou tão, tão, tão farta de levar patadas... x's

Piadas no Ipsis Verbis

segunda-feira, 21 de março de 2011

Conversas de autocarro I

Ainda há gente que acha que é bué fixe chegar ao ponto de quase coma alcoólico.

sábado, 19 de março de 2011

Ela desapareceu

Absent, de Henrique Frazão

Ela desapareceu. 
Não se sabe para onde foi, ou sequer porque se foi. Eles perguntam uns aos outros, como se alguém alguma vez pudesse ter a resposta. E magicam teorias, como que deslindando um caso de invulgar desaparecimento. Todos falam, todos pensam ouvir quem diga que ela anda por aí. Todos se entre olham cada vez que alguém arrisca a falar no seu nome. Falam em arrogância e em desprezo. Dizem já que ela fugiu, que largou tudo e partiu porque se fartou, porque nunca quis saber deles, na verdade. E uma espécie de raiva nasce dentro de quem fala assim. "Ela está parva", gritam a quem lhes pergunta por ela. Outros dizem que desistiu de tentar. Há quem fale em manipulação, que ela se entregou a quem quis roubá-la. E que ela se deixou roubar. E que eles estavam lá antes. E que ela é uma ingrata. E que eles, quando ela voltar, lhe vão cuspir as palavras na cara e virar costas. Porque é o que ela merece. 

Há quem fale ainda em fraqueza de espírito, há quem diga que ela anda perdida e à espera que a encontrem. São poucos os que ainda a procuram, muitos ainda os que falam como se soubessem. Inventam os seus segredos, na expectativa de acertarem. Dizem que o mundo está cheio de problemas e que medíocres são os que desaparecem assim, como ela. E que vergonha deixar-se arrastar assim pelos outros, que embaraço de ser em que ela se tornou. Submissa, fugidia.

Todos olham, então, o baloiço onde ela fora criança, onde se ouvira gargalhadas intermináveis de uma vida despreocupada e feliz. Dizem que o seu mal foi amar de mais, e que essa foi a sua perdição. Ou que ela se cansou de não ter um lar em casa. Que ela sofreu demais por quem cuidou demais. Dizem que perdeu o brilho do olhar e que dificilmente irá voltar.

É então que alguém se atreve a aproximar-se do baloiço. Ela está lá. Em letras formando palavras. Com sentimentos em manuscrito. Enquanto todos falavam, ela calada escrevia. Todas as respostas às suas inúmeras perguntas, traduzidas em poucas palavras:

Ela precisava de fugir do mundo, para se encontrar a si própria.
E não o conseguiria com todos a definirem quem ela é.


This is totally going to my blog I

Ontem fui espairecer a cabeça. Saí das barracas que são a minha escola à uma e meia e só cheguei a casa por volta das sete. Estava sol, um dia bonito e eu precisava de andar na minha, sem ninguém a chatear. Fui para tudo quanto era sítio até que me pousei nuns bancos um bocado esquisitos e pus-me a ler o livro que tenho de apresentar. Ao sol, mesmo bom! À minha volta 80% da população era gente reformada. 

Andava eu descansadinha a ler, quando chega uma velhinha super simpática e muito doce e mete conversa comigo.

- A menina faz muito bem em estudar, para ser uma grande senhora.
- Oh obrigada (digo eu amavelmente a sorrir)
- Sabe, eu fui professora do 5º ao 12º e dizia sempre aos meus meninos que a escola era a segunda melhor casa  onde podiam estar. Sempre eduquei os meus meninos como se fossem meus filhos...

E assim lá andou uns vinte minutos, a sorrir e a contar histórias de quando era uma jovem professora. Olhou para o banco de onde tinha vindo e diz:

- Ai ai aquele maroto já me roubou o lugar! Mas menina estuda muito para dares muitas alegrias aos teus pais, não podes pensar só em ti, os teus pais criaram-te e tenho a certeza que têm muito, muito orgulho em ti. E para seres o que quiseres! Professora ... Advogada ... Engenheira ...

Enquanto falava comigo ria-se, com umas pequenas gargalhadas amorosas, doces, de alguém que só podia ser boa pessoa. Falava com um brilho nos olhos de quem viveu muito feliz. Quem sabe se não me daria algumas sábias palavras... ?

- Bom menina, eu vou apanhar ali o autocarro.. (e olha para o sítio onde o autocarro estava 5 minutos antes) AI QUE O FILHO DA PUTA JÁ SE FOI EMBORA!

Agora digam-me... como é que uma pessoa contém o riso?

I'm going to be awesome!

Pedir desculpa


apologizing: 
does not always mean you are wrong and the other person is right. it just means you value your relationship more than your ego.


(daqui )

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ando numa de pássaros..

Presenteio-vos com a minha música preferida dos B!RD, uma banda de Carcavelos:

FIREBURN (acoustic live at radiowave CZ) by birdtheband

Então este início ... ^^ (da música, não deles a falar claro)
Isto é a Primavera que está aí a chegar, e que traz consigo o Verão. (YEYYYY)

Adoro esta música porque faz-me sentir como se os problemas fossem sempre pequenos. Ando mesmo a precisar de andar na minha...


He grabs the lighter 
He's ready to be the fighter
Cannot welcome the day in a better way
He never wants to get up
Until his fight is over
Now, you gotta listen what your old man says

Women won't you please...
I'm gonna make that drop.
You'll never listen, never care, 
You'll never miss a fight
Before that fight is over, 
We'll live another day
Cause you don't know what to think 
About the words that I should say.

I'm gonna start up a fire
To embellish the earth
Light up the flame that's inside us
And give the world a rehab/rebirth

terça-feira, 15 de março de 2011

FF

Agora eu percebo o porquê. Desisto.

(ninguém vai entender)

anonimato

Caros Anónimos, 

Esta é uma dúvida que assola, ou não, os bloggers de todo o mundo... Se vêm comentar, porque não se identificam? Principalmente se vêm afirmar que conhecem as pessoas que falo em certo e determinado post. É que 'oioioi' ainda não é nome de gente.

E depois geram-se confusões...

Obrigada,
Margarida

segunda-feira, 14 de março de 2011

Do workshop ao Diário de Notícias

Eu não vos contei, mas na 5ª feira 10 de Março, fui fazer um workshop ao DN. Sinceramente, o workshop em si não me adiantou grande coisa, achei que fosse uma enorme mais-valia para mim, cujo trabalho de Área de Projecto (essa disciplina em vias de extinção) é precisamente a elaboração de um jornal que, modéstia, à parte está a ficar brutal de edição para edição. 

Mas de alguma coisa valeu! Conheci a banda Os Golpes e tive a oportunidade de falar com um senhor particularmente brutal. Era o mais velho da banda mas tinha mais pinta que os outros todos juntos, com o seu bigodinho e piadinha certeira na ponta da língua. Apresento-vos o senhor Luís - o baixista - a partir do minuto 1:03 no vídeo que se segue. Brevemente, trarei uma fotografia com o dito senhor (e os restantes) e as turminhas de Economia da minha escola. Mas giro, giro foi eu ter ficado precisamente ao lado do senhor Luís e começarmos à palhaçada.


Pronto, era só isto.
Eu gosto de conhecer pessoas fixes.

E até que gosto da música, dá genica para dançar. Quem não me conhece, que me compre!

domingo, 13 de março de 2011

Tenho de ir à bruxa

Porque assim de repente montes de gente ligada a mim está a passar mal. Descobri há vinte minutos que a minha avó foi ontem operada a um olho devido a um descolamento da retina e o meu tio voltou há bocado do hospital porque voltou a sentir-se mal do coração.

Desculpem lá mas agora vai:

Fodasse.

Promessa de Quaresma II

Mãe: Então e o que é que tens em troca dessa promessa?

Eu: Sei lá. Nada.

Mãe: O quê? Fazes uma promessa para nada?

Eu: Basicamente.

Mãe: Que troll!


São conversas destas que me fazem pensar: sou tão boa menina.
Não, agora a sério, é dar por querer dar, não é dar para mais tarde receber. O que tiver de receber, receberei. Não preciso de pedir.

Promessa de Quaresma

Hoje comecei a cumprir a minha promessa: ir à missa todos os Domingos. Parece estúpido, visto que não é sacrifício nenhum andar 50 metros às 11h da manhã. Sim, tenho a Igreja mesmo à frente de casa. Mas nunca fui muito ligada a ela, nem sequer sou baptizada, apesar de ter andado na catequese e numa escola de freiras. Ter andado nas Salesianas foi das melhores coisas que já me aconteceram na vida, juro. 

Adiante, fui à Missa. Falei com a stora Celeste, que foi minha professora de EV nas Salesianas e vive mesmo ao pé de mim, e fui sabendo as (más notícias). Aquela escola deve estar com uma sina, só pode. Primeiro, morre o Kiko. Depois, já andam a contar os dias para uma menina que tem fibrose quística (para saberem o que é cliquem no nome da doença). É que com o Kiko ainda havia esperança, agora com a Susaninha... O que é que uma pessoa diz aos pais de uma menina que todos sabem que vai morrer, só não sabem é quando? Não dá para dizer "tenha calma, isso vai passar..." porque simplesmente não passa... 

Para piorar, a stora Marie, aquela minha grande amiga com quem perdi um bocado o contacto... está com problemas no coração. Mas dos graves, anda péssima, passa a vida em análises. Eu soube isto hoje. Há meses que não falo com ela, nem me deu os parabéns e agora percebo porquê... Se metade do meu mundo já estava no chão, por outros motivos, a outra metade está a desfalecer à minha frente.

De repente, algumas das pessoas mais importantes na minha vida estão a passar mal de saúde. Stora Marie e a Inês. Isto dá cabo de mim. Já sonhei que as perdia. Lembro-me perfeitamente de uma porcaria de um sonho que tive da stora Marie em que ela morria ligada às máquinas. Péssimo, péssimo. 

Continuando, fui à missa e, obviamente, fui para o coro. O que aquela Igreja tem de bom é que as músicas são das Salesianas e dos Salesianos, não são aquelas coisas medonhas que oiço nalgumas missas por aí que parece que só servem para deprimir. Para além de que, depois de andar com pesos gigantes no peito, precisava de cantar. Qualquer coisa, minimamente animada. E cantei uma das minhas músicas de Igreja preferidas, que tem uma parte da letra que eu simplesmente adoro: 

' Contudo faz-nos sentir
Que perdoar é esquecer a antiga guerra
E, partindo, recomeçar de novo
Como o sol que sempre beija a terra '

E como foi a música da bênção das cinzas, que também fui receber, cantámo-la três vezes porque estavam muitas pessoas na missa, ainda na fila, à espera de receber uma dedada cinzenta na testa. Soube-me bem aquela hora a cantar no coro. A única coisa chata é que, como é altura de Quaresma, as histórias são sempre as mesmas todos os anos. Em termos de homília, sinceramente, preferi a da missa das sete em Oeiras. Mas as músicas... Enfim.

Sim, quem diria, a Margarida que tanto refilava com Deus e a Igreja, este ano, decidiu descobrir como é que as coisas realmente são. Fizeram-me uma proposta. Estou a pensar seriamente. Mas só quando decidir é que vos conto.

sábado, 12 de março de 2011

Estava a rever coisas do Mundial...


Estes momentos são sempre lindos :D

Como o mundo dos blogs é incrivelmente pequeno...


Estávamos os 4 da casa a almoçar e a ver a Sic Notícias, quando começam a falar da Moda Lisboa e de que vão muitos bloggers assistir para depois comentar... Fiquei logo de olho porque já sabia de alguns bloggers que iam lá estar e tinha curiosidade em ver as caras. Até que aparece uma rapariga e eu penso "Eu conheço-a!" e logo a seguir a minha irmã, que também aderiu ao mundo dos blogs, diz entusiástica "EU CONHEÇO-A!". 

Eu ainda pensei que ela estivesse a falar da outra rapariga, uma tal Mónica Lice (desconheço quem seja, mas também no que toca a moda... é para esquecer LOL) porque foi entrevistada. Até que comecei a achar que não, não era dela que estava a falar.

E quem é que era a rapariga? É a pessoa B que menciono aqui e com quem já me cruzei na Feira de Artesanato... Mostrei o Facebook da rapariga à minha irmã e ela diz-me "Sim, sim! Ela tem um blog!". Bom, essa do blog por acaso já sabia, por acaso já tinha visto, e por acaso até já tinha pensado mostrar à minha irmã porque achei que ela ia adorar (apesar de eu não ter pachorra para coisas de moda e assim, achei o blog genial dentro da temática) mas depois nunca mais me lembrei do endereço. Pelos vistos a pitex já tinha encontrado o blog e segue-o religiosamente.

Há coisas engraçadas, não há?

Do acordo ortográfico II

Enquanto ainda não me obrigam a escrever assim...

Isto do acordo ortográfico deu ainda mais barraca do que eu pensava. Veio para baralhar o sistema cerebral a todos. Querem tanto tirar letras que "estão ali a mais" que foi na volta e começam a acrescentar. Se antes o pessoal já dava calinadas por se esquecer dos c's e dos p's, agora vai ser lindo quando aparecerem nas legendas dos filmes tesourinhos como "estrictamente".

Eu adoro é o "contracto". Portanto, eu digo "Egipto" e pronuncio subtilmente o "p", mas digo "contrato" e atiram-me um "c" ali para o meio.... Sim, sim, dupla grafia. Deviam era ter deixado tudo como estava. É que isto agora só não me dói o coração ver o Jornal Nacional que ainda é dos poucos da TV que não escreve "direto". É que, para mim, "direto" lê-se dirêto. O "c" que estava lá não era só para fazer companhia, amiguinhos, era para abrir a vogal anterior. Enfim... Agora vamos todos dizer "direto" como quem diz "espeto".

Ps. Quero só lembrar que eu não tenho nada contra os brasileiros nem a sua escrita. Cada um tem a sua cultura e apesar de a língua ser o português, não devíamos ter de ser obrigados a escrever todos da mesma maneira. Isto só veio atrofiar o pessoal. E quem diz brasileiros, diz também PALOP's.

Não é por nada mas...

É impressão minha ou as visitas do blog têm aumentado consideravelmente? Se em Agosto eu tinha 242 visitas, o número aumentou para as 441 em Setembro. O pico mais alto foi em Dezembro com 781 visitas. Isto assim de repente até dá uma senhora alegria à dona do sítio. Tendo em conta que a contagem das visitas só começou a ser feita em Maio... 4600 não é nada mau. Para quem há um ano atrás não devia nem ter 50 visitas por mês...

Qualquer dia sou famosa!
É pena é não ter quase feedback nenhum!

Moda Lisboa

Está tudo a comentar a Moda Lisboa. Eu só tenho um comentário a fazer:

Desta vez é mesmo em Lisboa!

Dos melhores amigos



Desde que perdi a minha melhor amiga - ou, melhor dizendo, desde que ela me virou costas sabe-se lá porquê - que tenho andado a pensar em fazer a famosa reciclagem de amigos. A vida dá muitas voltas, não é o que dizem? Desta volta é que não estava à espera, até porque a Matilde foi a pessoa com quem tive melhores momentos a toda a hora. Até ela decidir que a fama e a glória (como quem diz, escrever um livro de poemas e ser chulada pela editora) eram mais importantes que preservar quem esteve ali para os seus piores momentos. Achou que verdadeiros amigos eram os que a incentivavam a fazer o que ela queria e lhe davam palmadinhas nas costas, mesmo que isso implicasse ela estar a cometer o maior erro da vida dela. Mas não interessa. Infelizmente, vou ter que deixar no passado a pessoa com quem fiz uma aposta de 50€ em como não ia passar a lua-de-mel no Alasca. A pessoa que, basicamente, eu acreditei mesmo que ia ficar aqui para sempre.

Então tenho pensado nas minhas amizades. Aquelas amizades em que se chateiam à séria, até por coisas parvas, mas depois fazem as pazes. Pedem desculpa. Como diria uma pessoa que eu conheço, "o que vos acontece de mal, só vos faz é bem" e, verdade seja dita, apenas os amigos com quem já passei momentos maus é que ficaram. Aliás, momentos muito maus e que aturaram o meu péssimo feitio, que foram superados com pedidos de desculpa e abraços. E reparei que nunca tive isso com a Matilde, era raríssimo chatear-nos. Era o que mais gostava em nós. Éramos opostas, totalmente opostas, mas entendíamo-nos. Eram personalidades compatíveis, mas quando nos chateávamos, as nossas pazes eram voltar a dar-nos como se nada tivesse acontecido. Mais tarde, vim a perceber o valor de conversar e pedir desculpa. Fortalece a relação.

Pensei e encontrei no meu passado essas situações com a Inês, com a Madalena, com o Miguel, com a Adriana, com a Filipa, com a Sofia... Umas mais duras que outras. Mas sempre ultrapassámos. E foi isso que criou a ligação que temos hoje. 

Hoje, de manhã, mandei mensagem à Inês bem cedo a dizer que estava na merda. Ontem já lhe tinha dito que estava com uns problemas, mas hoje precisava mesmo de falar. Ela, assim que acordou, ligou-me. Ficámos a falar uma meia hora, acho eu. Eu precisava de chorar com alguém e, apesar de não falar com a Inês desde o meu aniversário, sabia que ela ia entender-me na perfeição. Aconselhou-me, falámos de mim, falámos dela. Até no banho ela estava a falar comigo. Fez-me bem tirar este peso do coração. E sei que posso fazer isso com qualquer uma delas, ligar, falar, chorar, desabafar, gritar, dar em doida, e elas não me vão julgar. Mas liguei à Inês porque ela já passou pelo que passei. E, principalmente, porque ela já teve a mesma lição que eu: que nem tudo pode ser tão linear assim. Que não vale a pena julgar uma situação e, mesmo com boa intenção, pôr-se na defensiva e ser super protectora. É preciso, sim, encarar os factos. Mas é preciso, também, perceber que tudo pode ser subjectivo, principalmente no que toca a estas situações. Não menosprezo, deste modo, a objectividade. É essencial para clarificar as ideias. É preciso que eles, os nossos amigos, sejam objectivos connosco quando sobre nós está um novelo completamente emaranhado de ideias. A objectividade deles dá-nos outra visão, clarifica-nos. Mas quando toca a fazer juízos de valor, é preciso ser-se subjectivo, até porque uma moeda tem sempre duas faces.

E dou graças a Deus por ter amigas que, cada vez mais, entendem isso em mim. Nunca pensei que ter mente aberta fosse tão crucial na vida das pessoas. Saber que existe alguém que não nos vai julgar, nem à situação, dá-nos um à-vontade tão grande que, no fim, quando tiramos o peso do coração, vemos que o problema até nem era assim tão grande e damos por nós a pensar "que exagerada que fui". E voltamos a sorrir, e a recuperar a nossa sanidade mental que fugiu e quase nos tornou doentes, porque simplesmente não tínhamos como soltar a angústia ou como ter paz de espírito, porque nos sentimos rodeadas de pessoas que, consciente ou inconscientemente, nos vão julgar na cara ou nas costas. 

É nestes momentos que percebemos a importância de ter amigos assim.

E hoje quero agradecer, especialmente, à minha Inês. És uma irmã impecável #

sexta-feira, 11 de março de 2011

Da Guerra dos Sexos II



"A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada." 

(Maomé)

quinta-feira, 10 de março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

ME-DO

Hoje:


Deolinda no Estoril!
Vou adorar adorar adorar adorar ^.^

domingo, 6 de março de 2011

Dá outro sabor à rotina

Da amizade...



" (...) Os meus preferidos são os amigos ‘de picar o ponto’. Eu explico, são pessoas que têm uma filosofia de vida muito peculiar: ‘quanto mais tempo eu passar contigo, melhores amigos ficamos’ ou seja, se por acaso falhares um dia ou dois, facilmente és substituído por quem picou o ponto na tua vez. Mas eu conto-vos um segredo: não é por passares mais tempo com os teus amigos que eles vão gostar mais de ti, nem que vão estar lá mais intensamente. Vais viver muito melhor a tua amizade com essa pessoa se não a vires todos os dias (e vives toda essa intensidade na mesma) até porque, se a vires todos os dias aí é que ela morre mesmo, estagnada na rotina em que a meteste."

por Ana Sofia Pinto